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> Reportagens On Line, Documentação de matérias publicadas na rede
lupadilha
post 27/03/09 - 14:31
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II Marcha da Maconha vai acontecer em João Pessoa no dia 3 de maio
Terça, 24 de Março de 2009 08h49

A organização Plantando a Paz marcou para o próximo dia 3 de maio, às 14 horas, na Praça Antenor Navarro, a II Marcha da Maconha Nacional. O evento está marcado para ocorrer no mesmo dia e em quatro capitais.

As informações sobre a II Marcha da Maconha Nacional estão na página da ong Planmtando a Paz na internet: www.marchadamaconha.org.

A Ong sugere aos interessados em participar da marcha o uso de máscaras de Bezerra da Silva, Gilberto Gil e Marcelo D2.

A entidade afirma que o objetivo é descriminalizar o uso da maconha e que a ideia é fazer um debate sobre a sua legalização.

A Marcha da Maconha também deve acontecer no dia 3 de maio nas cidades de: Recife, Fortaleza e Florianópolis

Fonte:O Norte On Line

URL: http://www.onorte.com.br/noticias/?n=97336&a=on


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http://jpb1.cabobranco.tv.br/index.php?ev=1&d=2009-03-24
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Vereador Geraldo Amorim vai tentar barrar a marcha da maconha


O vereador Geraldo Amorim disse que vai tentar barrar junto ao Ministério Público estadual, a marcha da maconha programada para acontecer em João Pessoa às 14h, do dia 3 de maio. "Não entendo como é que se tem coragem de empunhar uma bandeira dessa e de fazer apologia a maconha", enfatizou o vereador.

Ele garantiu que vai continuar lutando por que tenho consciência de que a maconha não trará nenhum contrinuto a sociedade. Na verdade o que se quer a liberação da maconha como a Sousa Cruz patendeou o tabaco.

A Organização Não-Governamental “Plantando a Paz” divulgou, em seu site, a realização da II Marcha da Maconha Nacional, a ser realizada em João Pessoa no dia 3 de maio. O evento está previsto para concentrar pessoas às 14h na praça Antenor Navarro. Com bom humor, a Ong sugere máscaras de Bezerra da Silva, Gilberto Gil e Marcelo D2 para quem quiser participar sem mostrar o rosto.

Todas as informações sobre a manifestação, como slogans, legislação sobre o tema e discursos, estão na página da Ong na Internet, por meio do endereço www.marchadamaconha.org.

"Queremos descriminalizar a droga e propor um debate sério sobre a legalização de todo o ciclo de produção da maconha, desde o plantio, passando pela comercialização e o uso”, afirmou Renato Cinco, do Movimento Nacional pela Legalização da Maconha. Ele explica que a primeira ‘Marcha da Maconha’ no Brasil ocorreu em 2002 e que, no ano passado, foi realizada simultaneamente em onze cidades brasileiras.

Segundo ele, não é fazer apologia ao uso de drogas. ‘A proibição traz efeitos mais nocivos do que a própria droga. O comércio ilícito só incentiva a violência. Queremos a maconha seja utilizada não só para consumo, mas também para seu uso medicamentoso e ambiental’, argumentou. Ele disse também que é preciso rever a legislação de drogas no mundo.

Fonte: Virgulino.com Portal de Notícias
URL:http://www.virgulino.com/admin/modules/noticia/?id=52650
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post 27/03/09 - 14:38
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Recomeça a polêmica: Assembléia Legislativa aprova moção de repúdio contra Marcha da Maconha

O deputado Nivaldo Manoel (PPS) disse no fim da tarde desta terça-feira (24) que irá solicitar providências para que não seja realizada, em João Pessoa, a Marcha da Maconha, agendada para o dia 3 de maio de acordo com o site dos organizadores. Nivaldo solicitou ainda que o Ministério Publico tome providências para evitar a realização da marcha “Esse tipo de movimento tem que ser impedido” disse o deputado.

Nivaldo Manoel convocou a sociedade paraibana a se mobilizar contra a realização do evento, o parlamentar lembrou que a maconha tem destruído vidas e famílias.

O deputado, que no ultimo ano apresentou Voto de Repudio a proposta de realização da marcha, solicitou na tribuna da Assembleia Legislativa que a Polícias Federal, Civil e Militar estivessem atentas para a realização do evento, a fim de coibir a maior proliferação da droga.

Ele afirmou que, enquanto estiver na Assembleia, levantará a bandeira da família, ressaltando sua posição contrária ao aborto e à legalização da maconha. Para o parlamentar, os pedófilos da Paraíba têm que ser presos para o bem da sociedade, sejam estes políticos, ricos ou quem quer que seja.

“Lutarei para que esse tipo de desgraça não aconteça no nosso Estado”, disparou o deputado em um discurso bem inflamado no fim da tarde desta terça.

da Redação (com assessoria)

WSCOM Online

Fonte: WSCOM Online
URL:http://www.wscom.com.br/noticia/noticia.jsp?idNoticia=127610
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post 27/03/09 - 14:40
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enviado às 16h00
Geraldo Amorim e as drogas.

Não sou assíduo observador dos acontecimentos da Câmara Municipal de João Pessoa, confesso. Estive duas vezes, no máximo, no Comitê de Imprensa da Casa de Napoleão Laureano, quando da realização de sessões ordinárias, ano passado. Somente! E sei que isso é muito pouco, pouquíssimo, quase nada mesmo, para poder avaliar o desempenho parlamentar de seus membros. Assim, não o farei.

Entretanto, não posso e nem devo me furtar a parabenizar um membro daquela casa legislativa que, mesmo longe dos holofotes, e portanto sem intenção de receber palmas, participa já há meses de um curso de especialização de promoção da saúde e prevenção ao uso de substâncias psicoativas, promovido pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e a Funetec (Fundação de Apoio ao Cefet/PB) na escola Técnica Federal da Paraíba. Ou seja, o legislador pessoense está se capacitando para entender melhor a temática sobre o uso de drogas no contexto geral.

Ora, todos sabemos que as drogas são hoje, no nosso país, e em todos os seus quadrantes, sem exceção, uma terrível realidade que infelicita milhões de famílias Brasil afora. Terrível realidade que, sem um combate preventivo, inteligente, estudado, executado por quem tem preparo técnico para o assunto, nos derrotará acachapante e inexoravelmente!

Os relatos diários de prisões de viciados e traficantes, de execuções sumárias de pessoas envolvidas com as drogas, de implosão de famílias inteiras por conta de algum de seus membros vivendo o dia-a-dia das drogas, enfim, os relatos mais macabros da infelicidade de seres humanos iguais a nós por conta das drogas, impõe o dever à sociedade de debater, refletir e buscar saídas para esse mal que a todos atinge: pobres, ricos, classe média, letrados, analfabetos, brancos, negros, índios, não escapa ninguém.

Pois bem, o que tenho conhecimento é que o vereador Geraldo Amorim há meses estuda o problema para entendê-lo melhor e, com sua responsabilidade de legislador municipal, tentar propor medidas que viabilizem luz no fim do túnel.

Agora mesmo, quando alguns sem nome, sem cara, sem identidade, e certamente sem o que fazer, estão a divulgar a realização da II Marcha da Maconha Nacional, em João Pessoa, é aquele vereador, em nome da sociedade, da família, de pais, mães e filhos, avós e netos, que já se propõe e ingressar no Ministério Público para por fim a essa baderna que querem institucionalizar em nossa cidade. E faz muito bem o vereador Amorim, que como policial federal aposentado, sabe muito bem o que faz a droga na vida das pessoas e das famílias.

Que a ele se unam, nessa luta, o Ministério Público, a Justiça Paraibana, o Governo do Estado, a Prefeitura Municipal, a Câmara de Vereadores, Associações, Sindicatos, e tantos quantos prefiram a sobriedade que educa à alucinação que mata e faz matar!

Fonte: Click PB
URL:http://www.clickpb.com.br/blog.php?id=17&artigo=20090324055021
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Olha a fumaça: Amorim volta ao Ministério Público para barrar marcha da maconha

Prevista para o dia 3 de maio, a segunda edição da Marcha da Maconha em João Pessoa terá de enfrentar mais uma vez a forte oposição do vereador Geraldo Amorim (PDT), que no ano passado conseguiu barrar na Justiça a realização do evento na capital paraibana.

Na última edição, a marcha acabou terminando em pancadaria e com várias prisões, onde os manifestantes garantiram não ter iniciado o tumulto.

No site www.marchadamaconha.org, um fórum de discussão defende que o evento seja realizado às 14h00 na Praça Antenor Navarro.

Amorim revelou que já identificou a existência de uma multinacional interessada na propagação da idéia de discriminalização da maconha no Brasil.

Um dos participantes do fórum diz textualmente: “Nós da marcha orientamos todos os organizadores de Marchas, que comuniquem a prefeitura sobre o evento. A idéia não é termos conflitos com as autoridades, diga-se POLICIA. Nossa idéia é poder expressar nossas idéias. E para podermos fazer isso precisamos agir corretamente, para que não tenhamos motivos para sermos impedidos de sair nas ruas pela nossa causa. É muito importante também que tenha um trajeto bem claro e de preferência que não cause transtornos para a cidade, como saindo em avenidas movimentadas, causando um caos ao transito da cidade. Optem por caminhos onde a pista esteja interditada para pedestres, como na Orla carioca, que fica fechada aos domingos para caminharem. Outra alternativa são parques como o Ibirapuera, onde no fim de semana há uma concentração considerável de pessoas e que ao mesmo tempo não acarreta nenhum problema para o transito da cidade”, arrematou.

Da redação
ClickPB

Fonte:Click PB
URL:http://www.clickpb.com.br/artigo.php?id=20090324113321
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Vereadores usam tribuna da Câmara para repudiar a Marcha da Maconha

Quinta, 26 de Março de 2009 16h15

A Marcha da Maconha, que deve ser realizada no próximo dia 3 de maio, em João Pessoa, foi tema de discussão na tribuna da sessão desta quinta-feira, dia 26, na Câmara da Capital.

Vários vereadores utilizaram a tribuna do plenário para evidenciar sus oposição à realização da Marcha.

O pastor Edmilson (PRB) disse que é totalmente contra a Marcha da Maconha. “A droga destrói lares e fui eleito para lutar pela qualidade de vida da população. Temos recebido na Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) pais e esposas de viciados pedindo ajuda. Por isso farei de tudo para impedir a liberação da maconha”.

A vereadora Raissa Lacerda (DEM) disse que a maconha é uma droga que destrói os neurônios e a família e também questionou a realização do evento na Capital. “Tem tanta passeata boa a ser feita, por que fazer a defesa da maconha?”, indagou a democrata.

Já o tucano Luiz Flávio (PSDB) ponderou as opiniões e lembrou que a maconha pode ter uso medicinal apenas em alguns poucos casos. Apesar disso, também criticou a Marcha da Maconha.

Por outro lado, o vereador Fernando Milanez (PMDB) se mostrou mais enfático e duro em suas críticas ao evento. “Eu lamento as pessoas pararem para fazer apologia à droga. Isso tem o meu fiasco e repúdio”, afirmou Milanez. Disse, ainda, que a Câmara tem que ter uma posição mais forte em relação a Marcha da Maconha, dizendo que não se pode abusar da liberdade democrática, de manifestação de livre pensamento, para se fazer apologia à maconha.

O vereador cobrou uma posição da Câmara e de seus colegas do Legislativo.“Este Poder tem que se posicionar de forma incisiva”. Para encerrar, Milanez apresentou um ‘Voto de Repúdio’ à Marcha da Maconha afirmando que se tratava da destruição das famílias.

Eliza Virgínia (PPS), por sua vez, disse que vai pedir à polícia para que investigue quem são os organizadores da Marcha da Maconha, porque apologia às drogas é crime. Outro que sempre se mostrou contrário à realização do evento; desde a última Marcha que aconteceu em João Pessoa, foi o vereador Geraldo Amorim (PDT). Para ele, esse tipo de manifestação é algo abominado pela sociedade. "É uma manifestação de muito mau gosto”, completou.

Fonte: Da redação com Ascom/CMJP
URL:http://www.onorte.com.br/noticias/?n=97474&a=on
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Repressão: vereador aciona MP e polícia para barrar marcha da maconha em JP

A marcha da maconha, prevista para dia 5 de maio, provocou reação na Câmara Municipal de João Pessoa. O vereador Geraldo Amorim (PDT) entrou mais uma vez com representação junto ao Ministério Público para barrar o evento.

Amorim ainda comandará sessão especial dia 7 de abril na Câmara com representantes de órgãos de repressão a antorpecentes, organizações sociais e religiosas, autoridades das áreas de saúde e educação.

A idéia é discutir formas de prevenção às drogas na Capital.

De acordo com o vereador, as estatísticas mostram o crescimento do uso de drogas em João Pessoa.

- A capital paraibana vive um momento difícil com o avanço indiscriminado do uso e do comércio de entorpecentes e as maiores vítimas são jovens e adolescentes que estão cada vez mais envolvidos no círculo vicioso que a droga causa ao usuário, quase sempre se tornam escravo desse veneno e acabando morto ou prisioneiro, disse Amorim.

Veja a representação feita junto ao MP:

EXCELENTÍSSIMO SENHOR PROCURADOR DE JUSTIÇA COORDENADOR DO GAECO –
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA PARAÍBA.

GERALDO AMORIM DE SOUZA brasileiro, casado, Vereador pelo PDT -
Partido Democrático Trabalhista, com cadeira na Câmara Municipal de
João Pessoa/PB, vem à digna presença de Vossa Excelência expor e ao
final requerer, na forma seguinte:

Mais uma vez vem à tona a realização da “Marcha da Maconha”, prevista
para o próximo dia 03 de maio, às 14h00min, na Praça Antenor Navarro,
nesta capital, segundo divulgação da mídia local.

Num jogo de semântica, usando palavras eufêmicas, os idealizadores de
tal movimento pregam o caos. O pano de fundo da descriminalização é a
liberação, que, por sua vez, desemboca na degeneração.

Apesar de ter sido expressamente proibida pela Justiça paraibana a
realização de tal evento, no ano de 2008, alguns seguidores ou
defensores do movimento compareceram ao local previamente designado
(04. Maio. 2008) e acabaram por promover uma festival de insultos e
pancadarias, fatos lamentáveis e amplamente divulgados pela mídia
nacional.

Diferentemente do que apregoam seus defensores, a liberação da
maconha, estágio imediatamente posterior à sua descriminalização, pode
trazer conseqüências desastrosas para nossa sociedade. Só sabe do
problema de um jovem dependente da Maconha quem tem um em casa ou,
ainda, quem lida profissionalmente com tal problemática.

A questão da descriminalização de certas drogas é extremamente
complexa. O especialista no assunto, Dr. Deusimar Wanderley Guedes,
Agente de Polícia Federal, Psicólogo, Prof. Educação Física, traz na
sua obra DROGAS, PROBLEMA MEU E SEU (5ª Ed. Ed. JB, J.Pessoa/PB)
algumas colocações de seus defensores (descriminalização), tais como:
“a) o dependente de drogas é um doente, vítima do tráfico, carecedor
de tratamento médico e não de repressão: cool.gif a legislação privaria os
traficantes de sua principal fonte de renda, o chamado imposto da
ilegalidade: c) se não é possível evitar o mal, vamos legalizar o
consumo: d) o estigma do crime é superior ao malefício da droga: e) o
usuário de drogas não pode ser considerado como um caso de polícia; f)
penalizar o usuário de drogas incentiva a corrupção policial; g)
penalizar o usuário é uma invasão do direito de liberdade sobre os
atos e a privacidade do cidadão, etc.”.

Na continuação de sua abordagem, pergunta: “Será que a criminalidade
cairia com o fim da proibição? O consumo de drogas diminuirá? A
descriminalização n ao funcionaria como uma espécie de aval para o
consumo, ampliando o universo de usuários? Drogas livres ou mais
acessíveis não seriam consumidas em quantidades maiores? Como educar
crianças e adolescentes a não usar drogas, se a legislação aceita o
seu uso?”.

Excelentíssim Procurador, sabe-se que, nos países onde foi liberado o
uso de drogas, a experiência não foi das melhores, como na Holanda. A
industrialização da droga e a sua consequente venda em lugares
públicos elimina, de imediato, a figura do traficante, mas cria, num
segundo passo, a figura do contrabandista, do praticante do descaminho
ou do falsário.
É de sabença geral que o tabaco é liberado no Brasil, mas também é de
conhecimento de todos que, além do mal que o mesmo causa, grande parte
do que é consumido é proveniente do mercado paralelo.

Detalhe também digno de apreciação é o fato da descriminalização e
posterior liberação da maconha trazer para a sociedade um fator de
risco para qualquer controle que se queira fazer – a disponibilidade.
Como se sabe, a disponibilidade e a tolerância são fatores que
desassossegam qualquer pessoa que esteja na busca de um se livrar de
qualquer domínio, seja das drogas lícitas, ilícitas ou, até mesmo, de
gêneros alimentícios.

Há também de se convir que a própria legislação tem modificado a sua
abordagem com relação ao ser humano classificado como usuário. O Art.
28, da Lei 11.343/2006 (Nova Lei de Tóxico), em nenhum momento, nos
vários incisos e parágrafos, destina a pena privativa de liberdade
para o usuário. Vê-se, claramente, que o legislador preocupou-se em
reeducar o usuário, advertindo-o, mandando-o prestar serviços à
comunidade ou comparecer a programas especiais ou cursos.

Não há, pois, porque se levar o povo às ruas para dizer pra ele que a
Maconha é legal, é benéfica, pode melhorar o nível de vida das
pessoas, sem correr o sério risco de estar causando um prejuízo de
proporções incalculáveis para a nossa juventude.

Há de se observar que a própria Lei de Tóxicos permite o plantio
(Parágrafo Único do Art. 2º), a cultura e a colheita de vegetais que
produzam drogas, basta pedir autorização à União.

A discussão de tema dessa envergadura, em plena praça pública, onde
crianças e jovens pré-adolescentes, com suas personalidades ainda em
formação, estarão presentes em grande número, é, no mínimo, temerária.
E se é temerária, a sua prática há de ser coibida.

A legislação substantiva penal delineia em seus artigos 86 e 87 a
incitação e a apologia ao crime, respectivamente. Visava, o
legislador, a inibição de prática temerária, apesar da sua punição só
vir a acontecer, e de outra forma não poderia ser, com o fato
consumado. O Código Penal Brasileiro, em eu art. 87, assim define o
crime de apologia:
“Fazer, publicamente, apologia de fato criminoso ou de autor de crime”.

O legislador especial, ao editar a nova lei de tóxicos (11.343/006),
evitou o termo apologia, ma não deixou de incluir em eu bojo previsões
que intimidem a iniciativa de pessoas inconsequentes e não
sintonizadas com o futuro de nossos jovens e de nossa sociedade, de um
modo geral. Assim, fez incluir na nova ordem legal referente à droga,
mais precisamente no capítulo II, onde trata do crime, o art. 33, que
traz, em seu § 2º, a seguinte disposição: “induzir, instigar, ou
auxiliar alguém ao uso indevido de droga”.

Com a devida vênia, anexa-se cópia da decisão prolatada, em 30 de
abril de 2008, pelo Excelentíssimo Juiz Dr. André Ricardo de Carvalho
Costa, da 8ª Vara Criminal-TJ/PB, ocasião em que concedeu Liminar, em
atenção ao pedido formulado por esse Ministério Público, proibindo a
realização da “Marcha da Maconha/2008”.

Isto Posto, requer a Vossa Excelência a adoção de medidas legais e
oportunas, dando por existentes os elementos exigíveis para a
propositura do Remédio Jurídico adequado, visando evitar a realização
da tal “marcha da maconha” em nossa capital.
Nestes Termos,
Pede Deferimento


João Pessoa, 27 de março de 2009.

Geraldo Amorim de Souza
Vereador/PDT


Da redação

WSCOM Online

Fonte:WSCOM Online
URL:http://www.wscom.com.br/noticia/noticia.jsp?idNoticia=127752
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MARCHA DA MACONHA: Passeata vai unir defensores do uso da droga no próximo dia 3 em João Pessoa

Acontecerá em João Pessoa no dia 3 de maio, às 14 horas, na Praça Antenor Navarro a II Marcha da Maconha Nacional. O evento é organizado pela Ong Nacional Plantando a Paz, com sede em Curitiba. Além de João Pessoa, a Marcha da Maconha será realizada no mesmo dia e no mesmo horário em cinco capitais brasileiras. Todas as informações sobre a manifestação, como slogans, legislação sobre o tema e discursos, estão na página da Ong na Internet, por meio do endereço www.marchadamaconha.org.

Com bom humor, a Ong sugere máscaras de Bezerra da Silva, Gilberto Gil e Marcelo D2 para quem quiser participar sem mostrar o rosto.

"Queremos descriminalizar a droga e propor um debate sério sobre a legalização de todo o ciclo de produção da maconha, desde o plantio, passando pela comercialização e o uso', afirmou Renato Cinco, do Movimento Nacional pela Legalização da Maconha. Ele explica que a primeira 'Marcha da Maconha' no Brasil ocorreu em 2002 e que, no ano passado, foi realizada simultaneamente em onze cidades brasileiras.

A intenção, segundo ele, não é fazer apologia ao uso de drogas. 'A proibição traz efeitos mais nocivos do que a própria droga. O comércio ilícito só incentiva a violência. Queremos a maconha seja utilizada não só para consumo, mas também para seu uso medicamentoso e ambiental', argumentou. Ele disse também que é preciso rever a legislação de drogas no mundo.

Fonte:Tony Show Comunicação
URL: http://www.tonyshow.com/index.php?option=c...3&Itemid=31
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II Marcha da Maconha vai acontecer em João Pessoa no dia 3 de maio

A organização Plantando a Paz marcou para o próximo dia 3 de maio, às 14 horas, na Praça Antenor Navarro, a II Marcha da Maconha Nacional. O evento está marcado para ocorrer no mesmo dia e em quatro capitais.

As informações sobre a II Marcha da Maconha Nacional estão na página da ong Planmtando a Paz na internet: www.marchadamaconha.org.

A Ong sugere aos interessados em participar da marcha o uso de máscaras de Bezerra da Silva, Gilberto Gil e Marcelo D2.

A entidade afirma que o objetivo é descriminalizar o uso da maconha e que a ideia é fazer um debate sobre a sua legalização.

A Marcha da Maconha também deve acontecer no dia 3 de maio nas cidades de: Recife, Fortaleza e Florianópolis



Fonte: Clube FM 103.3
URL: http://www.clubejp.fm/noticias/?id=1827,II...O-DIA-3-DE-MAIO
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Vereadores criticam 'Marcha da Maconha' e carência de clínicas de recuperação

Os vereadores de João Pessoa debateram na manhã desta quinta-feira (26) durante sessão ordinária da Câmara sobre a manifestação pela discriminalização da maconha denominada de 'Marcha da Maconha', que está programada para acontecer em maio, em João Pessoa.

O vereador Geraldo Amorim (PDT) lembrou a carência do município em clínicas de recuperação de dependentes de drogas.

Na opinião da maioria dos parlamentares a manifestação é vista como uma apologia ao uso da droga e por isso teceram severas críticas a quem organiza a marcha.

A vereadora Eliza Virgínia (PPS) disse, inclusive, que vai pedir à polícia para que investigue quem são os organizadores da Marcha da Maconha. Ela considera o movimento uma apologia às drogas, considerando a marca como um crime.

Já o vereador Luiz Flávio (PSDB) lembrou que a maconha pode ter uso medicinal apenas em alguns poucos casos, mas mesmo assim criticou a Marcha da Maconha.

Geraldo Amorim (PDT), no entanto, disse que o prefeito Ricardo Coutinho (PSB) reconhece que o problema das drogas em João Pessoa é mesmo uma calamidade pública, mas que não cabe ao prefeito decretar "estado de calamidade".

Geraldo lembrou que a cidade de Florianópolis (SC) tem 14 unidades para atendimento e tratamento a usuários de drogas, enquanto que João Pessoa só possui três entidades e que não têm nenhum apoio dos governos.

Fernando Milanez (PMDB) disse que a Câmara tem que ter uma posição mais forte em relação a Marcha da Maconha. Para ele, não se pode abusar da liberdade democrática, de manifestação de livre pensamento, para se fazer apologia à maconha. O parlamentar apresentou voto de repúdio à Marcha.


Da Redação, com Ascom da CMJP

Fonte:Portal Correio
URL:http://www.portalcorreio.com.br/noticias/matLer.asp?newsId=74851
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AL aprova repúdio à Marcha da Maconha
Os organizadores da Marcha da Maconha na Paraíba não poderão contar com o apoio do Poder Legislativo estadual para o evento previsto para acontecer no próximo dia 3. A Assembléia Legislativa da Paraíba aprovou, por unanimidade, na tarde desta terça-feira (24) Moção de Repúdio à realização da Marcha, que tem como bandeira de luta a legalização do uso da maconha no Brasil.

“As drogas são a maior mazela da nossa sociedade. Está aí o Rio de Janeiro como exemplo de que como elas podem destruir a paz de uma cidade”, declarou o deputado estadual Aguinaldo Ribeiro (PP), autor da proposta. Segundo ele, a Marcha da Maconha é inoportuna e criminoso, por fazer apologia às drogas.

É a segunda vez que os defensores da legalização da maconha tentam realizar a Marcha na Paraíba. O evento sempre provoca polêmica e gera debates sobre o tema. A Marcha da Maconha é promovida pela Ong Nacional Plantando a Paz, com sede em Curitiba.

PB Agora

Fonte: PB Agora
URL: http://www.pbagora.com.br/conteudo.php?id=20090324172333
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Deputado quer impedir a Marcha
O deputado Nivaldo Manoel (PPS) disse no fim da tarde desta terça-feira (24) que irá solicitar providências para que não seja realizada, em João Pessoa, a Marcha da Maconha, agendada para o dia 3 de maio de acordo com o site dos organizadores.

O deputado, que no ultimo ano apresentou Voto de Repudio a proposta de realização da marcha, solicitou na tribuna da Assembléia Legislativa que a Polícias Federal, Civil e Militar estivessem atentas para a realização do evento, afim de coibir a maior proliferação da droga, Nivaldo solicitou ainda que o Ministério Publico tome providências para evitar a realização da marcha *“Esse tipo de movimento tem que ser impedido”* disse o deputado.

Nivaldo Manoel convocou a sociedade paraibana a se mobilizar contra a realização do evento, o parlamentar lembrou que a maconha tem destruído vidas e famílias.

Nivaldo afirmou que enquanto estiver na Assembléia levantara a bandeira da família, ressaltando sua posição contraria ao aborto e a legalização da maconha, ele afirmou ainda que pretende ver os pedófilos da Paraíba presos para o bem da sociedade, sejam estes políticos, ricos ou quem quer que seja.

Lutarei para que esse tipo de desgraça não aconteça no nosso Estado, disparou o deputado em um discurso bem inflamado no fim da tarde desta terça.

Veja os principais efeitos* *do uso da maconha

Os efeitos causados pelo consumo da maconha, bem como a sua intensidade, são os mais variáveis. Os efeitos físicos mais freqüentes são: avermelhamento dos olhos, ressecamento da boca e taquicardia (elevação dos batimentos cardíacos, que sobem de 60 - 80 para 120 - 140 batidas por minuto).

Com o uso contínuo, alguns órgãos, como o pulmão, passam a ser afetados. Devido à contínua exposição com a fumaça tóxica da droga, o sistema respiratório do usuário começa a apresentar problemas como bronquite e perda da capacidade respiratória. Além disso, por absorver uma quantidade considerável de alcatrão presente na fumaça de maconha, os usuários da droga estão mais sujeitos a desenvolver o câncer de pulmão.

O consumo da maconha também diminui a produção de testosterona. A testosterona é um hormônio masculino responsável, entre outras coisas, pela produção de espermatozóides. Portanto, com a diminuição da quantidade de testosterona, o homem que consome continuamente maconha apresenta uma capacidade reprodutiva menor.

Os efeitos psíquicos são os mais variados, a sua manifestação depende do organismo e das características da erva consumida. As sensações mais comuns são bem-estar inicial, relaxamento, calma e vontade de rir. Pode-se sentir angústia, desespero, pânico e letargia. Ocorre ainda uma perda da noção do tempo e espaço além de um prejuízo na memória e latente falta de atenção.

Em longo prazo o consumo de maconha pode reduzir a capacidade de aprendizado e memorização, além de passar a apresentar uma falta de motivação para desempenhar as tarefas mais simples do cotidiano.

Assessoria

Fonte: Pb Agora
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lupadilha
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PF vai monitorar Marcha da Maconha


O delegado Gustavo Barros, da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) de João Pessoa, em entrevista ao PB Agora, declarou que a Polícia Federal vai acompanhar com muita atenção a Marcha da Maconha e, se necessário, serão feitas as autuações de quem se exceder do seu direito de expressão.

Marcada para acontecer no dia 3 de maio em João Pessoa, às 14h00, na Praça Antenor Navarro, a Marcha da Maconha Nacional em sua segunda edição é um evento organizado pela Ong Nacional Plantando a Paz, com sede em Curitiba.

Segundo o delegado Gustavo Barros, no dia do evento a Polícia Militar também estará presente com seu policiamento ostensivo coibindo qualquer atitude ilícita. O delegado disse também que a principal bandeira da mobilização - luta a legalização do uso da maconha no Brasil - é algo ifora da cogitação. “Não tem nem o que cogitar a possibilidade de legalização da droga”, acrescenta Gustavo.

No dia 24 de março, a Assembléia Legislativa da Paraíba aprovou, por unanimidade, Moção de Repúdio à realização da Marcha.

No mesmo dia 24 de março, o deputado Nivaldo Manoel (PPS), que no último ano apresentou voto de repúdio à proposta de realização da marcha, solicitou na tribuna da Assembléia Legislativa que as polícias Federal, Civil e Militar estivessem atentas para a realização do evento, afim de coibir a maior proliferação da droga.

Nivaldo solicitou ainda que o Ministério Publico tome providências para evitar a realização da marcha *“Esse tipo de movimento tem que ser impedido”, disse o deputado.

Veja os principais efeitos do uso da maconha

Os efeitos causados pelo consumo da maconha, bem como a sua intensidade, são os mais variáveis. Os efeitos físicos mais freqüentes são: avermelhamento dos olhos, ressecamento da boca e taquicardia (elevação dos batimentos cardíacos, que sobem de 60 - 80 para 120 - 140 batidas por minuto).

Com o uso contínuo, alguns órgãos, como o pulmão, passam a ser afetados. Devido à contínua exposição com a fumaça tóxica da droga, o sistema respiratório do usuário começa a apresentar problemas como bronquite e perda da capacidade respiratória. Além disso, por absorver uma quantidade considerável de alcatrão presente na fumaça de maconha, os usuários da droga estão mais sujeitos a desenvolver o câncer de pulmão.

O consumo da maconha também diminui a produção de testosterona. A testosterona é um hormônio masculino responsável, entre outras coisas, pela produção de espermatozóides. Portanto, com a diminuição da quantidade de testosterona, o homem que consome continuamente maconha apresenta uma capacidade reprodutiva menor.

Os efeitos psíquicos são os mais variados, a sua manifestação depende do organismo e das características da erva consumida. As sensações mais comuns são bem-estar inicial, relaxamento, calma e vontade de rir. Pode-se sentir angústia, desespero, pânico e letargia. Ocorre ainda uma perda da noção do tempo e espaço além de um prejuízo na memória e latente falta de atenção.

Em longo prazo o consumo de maconha pode reduzir a capacidade de aprendizado e memorização, além de passar a apresentar uma falta de motivação para desempenhar as tarefas mais simples do cotidiano.

Milena Feitosa

Fonte: Pb Agora
URL: http://www.pbagora.com.br/conteudo.php?id=20090326122251
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lupadilha
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Milanez também repudia Marcha
O vereador Fernando Milanez (PMDB) apresentou, nesta quinta-feira, requerimento com moção de repúdioà realização da Marcha da Maconha, programada para ser realizada no próximo dia 3 em João Pessoa.

De acordo com o vereador pessoense, mais do que agredir os valores dos que reconhecem na droga um dos grandes males da sociedade, a Marcha da Maconha ainda tem o efeito danoso de, por vias oblíquas, fazer apologia a uma droga que causa dependência e está por trás de grandes problemas sociais.

Para Fernando Milanez, é importante que a sociedade esteja atenta ao fato de que, apesar de alguns encararem romanticamente o uso de entorpecentes como uma iniciativa de caráter pessoal e de foro íntimo, o grande sistema de ilegalidades, submundo e transgressão que existe por trás do entorpecente precisa ser combatido, e não estimulado em manifestações como a que está, mais um ano, programada para ser realizada na Capital.

PB Agora


Fonte: Pb Agora
URL: http://www.pbagora.com.br/conteudo.php?id=20090326160647
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lupadilha
post 01/04/09 - 23:23
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Advogado da Marcha da Maconha ingressa com HC e denuncia parlamentares

Exclusivo - Para evitar as agressões e prisões que aconteceram durante a Marcha da Maconha do ano passado, os organizadores do evento resolveram ingressar com um habeas corpus preventivo na Justiça estadual, com o objetivo de garantir a saída da marcha, pelas ruas do Centro Histórico da Capital. A Marcha da Maconha acontece no próximo dia 3 de maio.

Conforme o advogado da marcha, Américo Almeida, também foi dado entrada em um requerimento na Procuradoria Geral de Justiça, para checar possíveis hostilidades que alguns participantes estejam, por ventura, sofrendo. “Alguns vereadores e deputados estaduais, como Nivaldo Manoel e Geraldo Amorim, partiram para agressão pura e simples. O que estamos fazendo não é apologia às drogas. Queremos, sim, levar o debate com o mínimo de civilidade possível”, denunciou Américo.

Ele disse também que o habeas corpus é baseado no princípio do livre pensamento e do direito a reunião de pessoas, como está previsto na Constituição Federal. “Queremos ainda um salvo conduto da Justiça, para que nenhum membro da Marcha da Maconha seja molestado pela polícia durante a manifestação.”

Fernando Patriota
ClickPB

Fonte: ClickPB
URL: http://www.clickpb.com.br/artigo.php?id=20090401025853
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lupadilha
post 04/04/09 - 12:48
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<h2 class="tit_manchete">MP entra com ação para impedir marcha da maconha na Capital</h2>
02/04/2009 19:46:00

Da Assessoria do MP

O Ministério Público da Paraíba, através do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), encaminhou, na tarde de hoje (2), ao Juiz da 8a Vara Criminal da Comarca de João Pessoa, uma ação cautelar solicitando liminar para suspender qualquer evento público ou concentração na Capital ligada diretamente à difusão da legalização da maconha.

Com isso, o MPPB espera que seja determinado pela Justiça o impedimento da "Marcha da Maconha", prevista para ser realizada no dia 3 de maio às 14h, na Praça Antenor Navarro, no Centro da cidade.

A ação do MP é uma resposta ao requerimento feito no dia 27 de março pelo vereador Geraldo Amorim para que fossem adotadas as medidas legais e oportunas visando combater a realização do evento.

Após verificar a procedência das informações prestadas no requerimento feito pelo parlamentar e visando defender a ordem jurídica e os interesses sociais, o Gaeco decidiu instaurar procedimento investigatório criminal para apurar o crime previsto na Lei 11.343/06, onde preconiza que induzir, instigar ou auxiliar alguém ao uso indevido de droga acarreta pena de detenção que pode variar de um a três anos e multa diária no valor de R$ 100 a R$ 300, além de outras infrações que porventura sejam elucidadas no decorrer das investigações, como formação de quadrilha e tráfico de drogas.

Os promotores e procuradores de Justiça que compõem o Gaeco também verificaram que o site da organização não-governamental "Plantando a Paz" - responsável por divulgar a realização da II Marcha da Maconha na Capital - é clandestino, já que não existe registro de domínios para a internet no Brasil a respeito desse site. A clandestinidade do meio eletrônico enseja a suspeita de que o mesmo esteja acobertando a prática de infrações penais.

Em 2008, o MP também ingressou com ação cautelar para impedir a realização da I Marcha da Maconha na Capital. A 8a Vara Criminal deferiu a liminar e proibiu a manifestação até o julgamento do mérito da ação. Mesmo assim, manifestantes compareceram ao local marcado (Busto de Tamandaré, na Orla da cidade) e insistiram na realização da manifestação em defesa da legalização da maconha. Eles foram acompanhados pela Polícia Militar. Alguns manifestantes chegaram a utilizar entorpecentes em via pública, desrespeitando a ordem judicial.

Liberdade de expressão x interesses sociais

Segundo o coordenador do Gaeco, o Procurador de Justiça Francisco Sagres, a ação proposta pelo MP para proibir a "Marcha da Maconha" não pretende proibir a liberdade de expressão, mas limitá-la quando esse direito entra em conflito com os interesses sociais. "Imaginar que se possa induzir ou instigar crime contra a saúde pública como forma de liberdade de expressão significa decretar a anarquia no país e usurpar a ordem jurídica e os interesses sociais da nação. Considerando que nenhuma liberdade pública é absoluta, a Corte Excelsa, em alguns julgados vem aplicando o primado da proporcionalidade no sentido de procurar garantir e proteger os interesses de maior relevância social", argumentou.

Fonte: Paraíba1
URL: http://www.paraiba1.com.br/noticia_aberta?id=21864
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lupadilha
post 04/04/09 - 12:54
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Deputado declara: « Marcha da Maconha é coisa do diabo »

“Essa marcha da maconha é uma deliberação do diabo”. A frase foi dita ontem pelo deputado estadual Nivaldo Manoel (PPS), durante discurso para um plenário quase vazio da Assembléia Legislativa. No momento da fala do evangélico, apenas dois deputados estavam na assistência: Leonardo Gadelha(PSB) e Manoel Ludgério (PDT), que presidia a sessão.

(Fonte: Paraíba.com.br) - “É uma deliberação do diabo para fazer com que as pessoas continuem se corrompendo cada vez mais”, acrescentou Nivaldo, que apontou várias doenças provocadas pelo consumo da droga: “São pessoas com problemas do coração, rins, crises nervosas e outras dezenas de enfermidades provocadas pela maconha”.

O deputado condenou ainda o consumo do álcool e o tabaco. Para ele, contudo, o pior vício dentre esses seria o uso da cannabis sativa: “Eu sou contra, radicalmente contra, oficializar o consumo da maconha, em pleno século 21″.

Ainda segundo o deputado, que é seguidor da igreja Evangélica Assembléia de Deus, a Marcha da Maconha, programada para ocorrer no dia 4 de maio na orla marítima de João Pessoa trará “muitos malefícios para a sociedade porque marcha se faz para mostrar o poder de Deus”, concluiu.

Fonte: O Verbo - Notícias Cristãs

URL: http://www.overbo.com.br/portal/2008/04/30/6756/


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Eita Karai
post 04/04/09 - 12:58
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MP quer proibir Marcha da Maconha na Paraíba

O mundo gira, a lusitana roda, o Supremo Tribunal Federal está prestes a derrubar a Lei de Imprensa mas, no que tange à livre defesa de opinião sobre o uso das drogas ditas ilegais, parece que certos setores da Justiça brasileira continuam chegadíssimos numa mordaça. Depois de toda a confusão causada ano passado pelas sucessivas proibições às tentativas de segmentos da sociedade civil em diversos estados do país de organizarem a tradicional Marcha da Maconha (que acontece todo princípio de maio em vários países do mundo), este ano já há indícios de que a novela vai se repetir, infelizmente.

Começou pela Paraíba. Ontem, o Ministério Público deste estado encaminhou à Justiça uma ação cautelar pedindo a suspensão da marcha em João Pessoa, que está marcada para o dia 3 de maio. A ação do MP paraibano foi requisitada palo vereador Geraldo Amorim, do PDT, que também é policial federal e foi secretário Adjunto da Segurança Pública da Paraíba.

Assim como ocorreu no ano passado, o pedido de suspensão da marcha baseia-se na interpretação do parágrafo 2 do artigo 33 da Lei 11.343/2006, nossa famosa Lei Sobre Drogas, que diz que é crime "Induzir, instigar ou auxiliar alguém ao uso indevido de droga". Para o MP da Paraíba, a simples realização da marcha é uma infração ao artigo 33 da lei. Já para os organizadores, o evento nada mais é do que a manifestação da expressão de uma parcela da sociedade, que solicita o debate sobre o assunto em perspectiva ampla e, mais especificamente, pede a revisão do texto da atual lei.Isso porque, mesmo já tendo de fato descriminalizado o uso de drogas, a atual lei brasileira ainda abre brechas - por falhas e imprecisões do seu texto - para que a punição ao usuário continue sendo praticada. Ou, muitas vezes, seja "substituída" pela extorsão. O desconhecimento da própria lei por parte da polícia também é um problema. Todas essas críticas, aliás, são compartilhadas por alguns ministros do governo Lula (entre eles o da Saúde, José Gomes Temporão), e pelo ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso. Além do próprio governador do Estado do Rio, Sérgio Cabral, que iniciou seu governo defendendo publicamente o debate sobre a legalização das drogas.

Além de preparar um pedido de habeas corpus para tentar garantir a realização da manifestação, o Coletivo Marcha da Maconha, responsável pela organização do evento no Brasil, publicou em seu site a seguinte nota de repúdio à tentativa de proibição:

"A tentativa do Ministério Público do Estado da Paraíba de proibir a edição da Marcha da Maconha em João Pessoa é um ataque frontal às liberdades democráticas e merece o mais enérgico repúdio de todas as forças progressistas da sociedade.

Não será através da censura e da repressão que os setores autoritários e liberticidas de plantão calarão a nossa voz. O que coloca na agenda política internacional o debate sobre a legalização da maconha é o evidente fracasso da política proibicionista vigente, que só conseguiu alimentar a violência e a corrupção.

O Coletivo Marcha da Maconha Brasil reafirma que o movimento tem como objetivo levantar a bandeira da legalização da cannabis e não incentivar o seu uso ou de qualquer outra substância, legal ou ilegal. Qualquer um que visite o
nosso sítio eletrônico pode constatar que isso é evidente. Também rejeitamos a pecha do anonimato, acusação mentirosa que nos é feita. Os organizadores da Marcha em cada cidade fazem o seu trabalho militante de forma aberta e transparente e assim continuarão a fazer.

Informamos ainda que serão adotadas as medidas jurídicas cabíveis, para garantir em todo o território nacional o exercício de nossa liberdade de manifestação e de expressão, direito constitucional fundamental do qual não abriremos mão em nenhuma hipótese"


Este blog - que também defende o debate aberto sobre o tema e acredita (em consonância com políticos, humanistas, cientistas e até policiais de diversas partes do mundo) que a legalização pode vir a ser, sim, uma possível alternativa racional ao círculo vicioso de mortes e custos materiais que a guerra às drogas nos impõe - assina embaixo da manifestação dos organizadores da marcha. E torce para que seus advogados consigam o habeas corpus na Paraíba. Além de João Pessoa, a marcha deste ano está marcada para mais 13 capitais.

http://oglobo.globo.com/blogs/sobredrogas/




--------------------
"Me organizando posso desorganizar..."

Chico
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lupadilha
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<h4 class="tituloPost">MP quer proibir Marcha da Maconha na Paraíba</h4>O mundo gira, a lusitana roda, o Supremo Tribunal Federal está prestes a derrubar a Lei de Imprensa mas, no que tange à livre defesa de opinião sobre o uso das drogas ditas ilegais, parece que certos setores da Justiça brasileira continuam chegadíssimos numa mordaça. Depois de toda a confusão causada ano passado pelas sucessivas proibições às tentativas de segmentos da sociedade civil em diversos estados do país de organizarem a tradicional Marcha da Maconha (que acontece todo princípio de maio em vários países do mundo), este ano já há indícios de que a novela vai se repetir, infelizmente.

Começou pela Paraíba. Ontem, o Ministério Público deste estado encaminhou à Justiça uma ação cautelar pedindo a suspensão da marcha em João Pessoa, que está marcada para o dia 3 de maio. A ação do MP paraibano foi requisitada palo vereador Geraldo Amorim, do PDT, que também é policial federal e foi secretário Adjunto da Segurança Pública da Paraíba.

Assim como ocorreu no ano passado, o pedido de suspensão da marcha baseia-se na interpretação do parágrafo 2 do artigo 33 da Lei 11.343/2006, nossa famosa Lei Sobre Drogas, que diz que é crime "Induzir, instigar ou auxiliar alguém ao uso indevido de droga". Para o MP da Paraíba, a simples realização da marcha é uma infração ao artigo 33 da lei. Já para os organizadores, o evento nada mais é do que a manifestação da expressão de uma parcela da sociedade, que solicita o debate sobre o assunto em perspectiva ampla e, mais especificamente, pede a revisão do texto da atual lei.Isso porque, mesmo já tendo de fato descriminalizado o uso de drogas, a atual lei brasileira ainda abre brechas - por falhas e imprecisões do seu texto - para que a punição ao usuário continue sendo praticada. Ou, muitas vezes, seja "substituída" pela extorsão. O desconhecimento da própria lei por parte da polícia também é um problema. Todas essas críticas, aliás, são compartilhadas por alguns ministros do governo Lula (entre eles o da Saúde, José Gomes Temporão), e pelo ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso. Além do próprio governador do Estado do Rio, Sérgio Cabral, que iniciou seu governo defendendo publicamente o debate sobre a legalização das drogas.

Além de preparar um pedido de habeas corpus para tentar garantir a realização da manifestação, o Coletivo Marcha da Maconha, responsável pela organização do evento no Brasil, publicou em seu site a seguinte nota de repúdio à tentativa de proibição:

"A tentativa do Ministério Público do Estado da Paraíba de proibir a edição da Marcha da Maconha em João Pessoa é um ataque frontal às liberdades democráticas e merece o mais enérgico repúdio de todas as forças progressistas da sociedade.

Não será através da censura e da repressão que os setores autoritários e liberticidas de plantão calarão a nossa voz. O que coloca na agenda política internacional o debate sobre a legalização da maconha é o evidente fracasso da política proibicionista vigente, que só conseguiu alimentar a violência e a corrupção.

O Coletivo Marcha da Maconha Brasil reafirma que o movimento tem como objetivo levantar a bandeira da legalização da cannabis e não incentivar o seu uso ou de qualquer outra substância, legal ou ilegal. Qualquer um que visite o
nosso sítio eletrônico pode constatar que isso é evidente. Também rejeitamos a pecha do anonimato, acusação mentirosa que nos é feita. Os organizadores da Marcha em cada cidade fazem o seu trabalho militante de forma aberta e transparente e assim continuarão a fazer.

Informamos ainda que serão adotadas as medidas jurídicas cabíveis, para garantir em todo o território nacional o exercício de nossa liberdade de manifestação e de expressão, direito constitucional fundamental do qual não abriremos mão em nenhuma hipótese"


Este blog - que também defende o debate aberto sobre o tema e acredita (em consonância com políticos, humanistas, cientistas e até policiais de diversas partes do mundo) que a legalização pode vir a ser, sim, uma possível alternativa racional ao círculo vicioso de mortes e custos materiais que a guerra às drogas nos impõe - assina embaixo da manifestação dos organizadores da marcha. E torce para que seus advogados consigam o habeas corpus na Paraíba. Além de João Pessoa, a marcha deste ano está marcada para mais 13 capitais.





Fonte: O Globo Blogs


URL:http://oglobo.globo.com/blogs/sobredrogas/post.asp?t=comecou-de-novo-mp-quer-proibir-marcha-da-maconha-na-paraiba&cod_post=174602


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