Marcha da Maconha termina sem incidentes em São Paulo

04/05/08

MARIANA SANT’ANNA
colaboração para a Folha Online

A manifestação decorrente da Marcha da Maconha que aconteceu em São Paulo neste domingo terminou sem incidentes. Embora as Polícias Militar e Civil tenham acompanhado toda a movimentação, ninguém foi preso nem houve confronto até por volta das 16h, quando o protesto terminou.

Cerca de cem pessoas se reuniram no Parque do Ibirapuera para participar da Marcha da Maconha, apesar de ela ter sido proibida pela Justiça no sábado (3). Um dos organizadores, o cientista social M.S.M., 22, esteve no parque para pedir que a marcha não fosse realizada.

Mas os manifestantes começaram a se reunir, debater a legalização da maconha e a gritar palavras de ordem, como “legaliza” e “liberdade de expressão”.

Seis viaturas do Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos) e dez da PM ficaram próximas aos manifestantes durante toda a reunião, mas não tomaram nenhuma atitude. Segundo a PM, só haveria alguma ação se os manifestantes saíssem em passeata.

A Marcha da Maconha aconteceu em Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC), Recife (PE) e Vitória (ES). Em Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), Rio (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP) a manifestação foi proibida. Em todos os casos, foi o Ministério Público Estadual que moveu o pedido de impedimento do evento sob o argumento de que ele faz apologia às drogas.

25 Comentários

  1. eu fui…




  2. é, em belo horizonte teve uma galerinha q foi lá pra pça da estação mas tb não houve passeata/manifestação, só um encontro….

    Essa proíbição só mostra o tanto que o Brasil é um pais ignorante, onde não se pode propor discussão de nada! vamo fica nessa putaria até quando?
    E se tiver uma próxima marcha estaremos lá!




  3. apoio um manifesto como a MARCHA PELA DEMOCRACIA feita em joão pessoa, mas que seja uma manifestação ORGANIZADA!!!!

    Hoje eu fiquei muito triste de ver tudo aquilo, tanta polícia, tanta imprensa, pra reprimir os nossos direitos!! chorei, pois passei semanas sonhando com a nossa marcha, imaginando o quanto ela seria organizada, séria, o quanto chamariamos antenção das pessoas para esse assunto…
    Chorei sim! de vergonha do Brasil, pois, por mais espírito revolucionário que eu tenha, acabo chegando a triste conclusão de que somos a minoria, e quem tem poder consegue o que quer.
    Eu sei, não posso me conformar, nao estou conformada, mas ESSA É A REALIDADE!

    Me sinto impotente diante disso, me sinto fraca, me sinto uma merda de brasileira usada pra colocar corruptos no poder, para que eles possam chegar no “topo” e olhar pra gente como um bando de idiotas!!

    Hoje realmente me senti um lixo chamado: brasileiro




  4. Eu também fui…²
    e deixo meus parabéns ao japinha e ao tio do ritual xamanico




  5. Não desanime Drica! Abrimos um espaço, junte-se!

    Dia 10 de Maio - Ato pela Liberdade de Expressão!




  6. Aqui em Salvador a marcha foi pela liberdade de expressão. Cerca de 30 ou 40 pessoas na praça do Campo Grande. Em mesmo número, mais ou menos, estavam os policiais, que ficaram só olhando…




  7. Que absurdo! Enquanto criminosos roubam, matam, jogam crianças pela janela, a polícia “inibe” a Marcha Paulista.

    Chega de preconceito contra os usuários de maconha.

    “Abaixo a repressão, polícia é pra ladrão.”

    Libera!




  8. Aqui em Recife foi tranquilo, muita paz e harmonia! Cerca de mil pessoas ao meu ver. Parabéns a Gojoba e a toda a galera envolvida diretamente e indiretamente. Aqui foi demonstrado uma força interessante que está a frente e me acordo com as propostas dessa santa planta.

    Interessante que agora há pouco tempo vi no you tube uma reportagem sobre o uso de maconha numa cidadezinha do interior, onde a maconha continuava a ser utilizada de modo medicinal e decorativo (nas praças, rsrrsr). As pessoas que possuiam os pés a utilizavam sem saber que era maconha, mas baseados nos efeitos curativos para certas enfermidades. um delegado reconheceu a planta na praça da cidade e mandou vasculhar a cidade e descobriu moradores que as utilizavam na forma de chá. O conhecimento antigo ainda perdura!!!!!!!!

    Devemos manter a cabeça erguida! Aqueles que farão a marcha alternativa e aqueles que tentaram fazê-la mesmo sob a proibição da justiça! Parabéns a todos!

    Envergonha-me tal país ainda não ter tido coragem de explorar o cânhamo, de todas as suas formas, com todas as liberdades e responsas em jogo. O mundo agradece. Pode até não ser a salvação o mundo, mas sem dúvida um diminuidor de impactos.

    Tamanho bem, para tão pequeno pecado - plagiando dizeres antigos

    Abraços




  9. parabéns para quem participou! puderam mostrar que os manifestantes não são monstros nem bandidos como quiseram que as pessoas pensassem. pena q nem todos tivemos essa oportunidade… q no ano q vem possamos expressar nossas idéias livremente, já q elas não ferem a ninguém(exceto aqueles antidemocráticos!).




  10. Uma vergonha, a manifestação em BH praticamente não aconteceu.
    eu como bom mineiro imaginei que mais uma vez o estado seria exemplo na luta por liberdade de expressão, mas doeu ver e crer.
    de boa, quando cheguei no local marcado não acreditei… menos de 6 pessoas…
    a Policia Militar mobilizou: 1 microonibus cheio de policiais e cerca de 7 ROTAMS, além da guarda policial.
    UM BANHO no número de manifestantes! hahahaha…
    Isso sem contar a imprensa, que fez questão de comentar a necessidade de uma manifestação dessas (vários deles falando que fumavam um também…) e junto aos poucos presentes lamentavam a falta de ativismo por parte dos Belo Horizontinos e mineiros em geral.
    Os Inconfidentes devem estar se contorcendo no panteão. |o:
    Enfim fui abordado pelo capitão que estava regendo a operação que, por ter me visto dando depoimentos à imprensa, me confundiu como organizador do evento.
    observação: eu fui vestido de preto, em luto pela decisão do MP. nada de ‘apologia’, formal até.
    Tive que explicar que eu não era um dos organizadores do evento e que estava informado de que o evento havia sido proibido, respondi a ele que eu estava na praça em luto pela antiga causa, e em prol da liberdade de expressão. Fizemos um acordo da não-violência e não-manifestação, e por aí ficou; nós proibidos de tudo. De novo.
    Fiquei por lá com alguns amigos e conhecidos, e foram chegando alguns outros desavisados…
    observação: as primeiras duas pessoas na manifestação tinham menos de 18 anos. |o:
    Avisamos a eles sobre a proibição e o cancelamento da marcha… e foi isso… luto coletivo.
    Ninguém parecia acreditar no que via, a barreira de policiais plantados sem saber por quê estavam ali em proporção de 2×1 contra os “manifestantes” que sentaram juntos ao monumento lamentando a morte da causa. E a imprensa! claro, eles não acreditavam na falta de movimentação pela causa, eles também (no momento que cheguei) eram mais numerosos que os manifestantes…
    Até parece que ninguém usa.
    Sinceramente, fiquei desapontado. É a vida, fui e fiz o que pude, vi alguns manifestantes procurando a imprensa pra poder falar e reclamar da decisao da MP… os cameramans da Big tv indignados tentavam dirigir a entrevista, para que não fosse cortada depois, então perguntavam sobre a liberdade de expressão e não a maconha… tudo isso pra poder ir ao ar (eles queriam que fosse.).
    Em SP, mesmo proíbida existiu um movimento, e foi pacífico.
    É isso, galera de BH, por favor; siga o rio, bora movimentar uma marcha pela liberdade de expressão dia 10. Não pode deixar barato. Tem que fazer barulho, tem que bombardear a mídia com o assunto!
    Estamos OCULTOS sob as manchetes das finais estaduais de futebol.
    Termino citando Eduardo Hideki Harano, 20, que levou um cartaz que dizia: “Não fumo, não planto, não vendo, não condeno. Legalize já”.

    DESCONFORTO.




  11. Japones Hideki fazendo sussesso há um bom tempo já hein?
    hehehehe




  12. os Injusticeiros - pois eles mantem a injustiça em ordem no capitalismo - gambés e juizes - nào deixaram agente marchar…
    valeu pelos gritos de guerra galera…
    ministro gil libera o plantiu!
    ate’ a proxima
    z.




  13. Muito Ganço! Vergonhoso




  14. Eu fumo só do verde e quem pode me julgar é Deus!

    Paz - União - e muito Respeito, é o que interessa.




  15. E aí…praqueles que dizem que nosso protesto é apologia ao uso das drogas eu pergunto: propaganda de cerveja, vodka, cachaça e whisky na televisão pode, né?
    Menor de idade encher a cara nos bares chiques da city, pode tb?
    Tremenda hipocrisia!
    Vamos continuar na luta, galera.
    Liberdade pra plantar nossa erva!
    Chega de correr risco comprando erva cheia de quimica!
    Quero fumar do bom!
    Sou maconheiro e ponto.




  16. Edson, ESSE argumento é balela. Afinal, partindo desse princípio, caso a maconha seja liberada os usuários de cocaína por exemplo (sem comparar, claro), vão fazer a comparação que você fez, mas usando a maconha no lugar do álcool.
    Definitivamente o assunto deve ser discutido, mas a argumentação não pode ser baseada na comparação. Acho bem relevante o ponto levantado pelos autores (?) do site/movimento sobre o tempo e dinheiro gastos pra levar um usuário até a delegacia. Sem contar que, no mínimo, dois policiais são mobilizados (por algumas horas) pra isso. Dá até pra ir mais longe: quem paga isso é O POVO. O povo prefere que esses dois policiais prendam um assassino ou um usuário de maconha?
    Agora, outro ponto a ser levantado é: se acabar o tráfico, o que os traficantes vão fazer? É bastante óbvio que são traficantes pela facilidade em levantar dinheiro de uma forma rápida, portanto partiriam para outros tipos de crime. É claro que isso dá margem a um universo sem fim, onde pode-se dizer “melhor então não fazer nada? deixar como está” e ninguém vai conseguir responder.
    A busca pelo perigoso, pelo proibido, pelo diferente é intrínseco do ser humano, seja nas drogas (?), esportes, relacionamentos, enfim…

    Essa discussão é bastante longa e acredito que nenhum dos dois lados tenha argumentos suficientes para convencer o outro. Assim sendo, acredito que a discussão (caso ocorra de forma séria) no Brasil levará anos; ou então até encontrarem um uso medicinal para a erva (sim, eu sei dos estudos/aplicações em “letargia” em casos de câncer e outras doenças degenerativas) efetivo e de retorno rápido.

    Enfim, a maconha é sim um assunto a ser discutido, porém a sociedade (em todo o mundo) é formada acerca de valores pré-estabelecidos e, para mudá-los, a luta é longa, demorada e bastante trabalhosa visto que durante todo o período, serão hostilizados os que defendem mudanças e formarão uma cortina os que não as querem.

    Ah, eu não fumo. Já fumei por um tempo, mas optei por parar. Não por consciência política, social, pressão, etc.; simplesmente optei.

    Abraço a todos. Espero ter acrescentado e não apenas ter sido redundante.




  17. eu fui no ibira…
    e foi mto bom …
    no final todos sentaram na grama e fizemos um som pela paz…




  18. Fui ao Ibirapuera com minha famíla, esperava algo mais organizado, algum porta voz falando de algum palanque (ou no chão mesmo), mas esses gritinhos de guerra acredito que não convensam os”caretas” a pensar diferente sobre a maconha, como eu vi curiosos se aproximarem e em seguida saírem correndo por parecer não se tratar de um assunto sério.
    O cara chegou com sua esposa e a galera gritava: “Ei polícia, maconha é uma delícia!” O fulano se mandou, enquanto a esposa quis ficar mais um pouquinho, fala a verdade, que é uma delícia eu concordo, talvez até alguns policias (vai saber), mas se trata de legalizar perante a Lei, e não num estádio de futebol.
    De qualquer maneira parabéns a todos os presentes, não paramos por aqui e quem sabe da próxima consigamos pessoas mais politizadas para falar aos mais desavizados.
    (Ah! essas maconhas “mijadas” que temos que engolir nem é tão delícia assim, mas isso um dia vai mudar e a planta boa há de chegar….liberadinha pro bem do povo. Abraços a todos




  19. Aqui em Belo Horizonte não houve marcha. Após a proibição pelo desembargador Renato Martins Jaco do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, os adeptos as marcha não compareceram. Tinham no máximo umas 30 pessoas concentradas na Praça da Estação, local combinado para partida da marcha. Para falar a verdade, o número de policiais da PM-MG e de Guardas Municipais Patrimoniais era maior do que o número de participantes. Me entristeceu demasiadamente a falta de coesão dos usuários e simpatizantes que poderiam se reunir e reinvindicar pelo direito de protestar. A posição de acomodação dos usuários de Belo Horizonte vai de encontro com a opinião dos reacionários egoístas e hipócritas que até postaram mensagens aqui no chat. Quem financia o tráfico não é o usuário de maconha, e sim o poder público, quando tira o direito do cidadão de lutar pela mudança de uma lei que não afeta somente os usuários de cannabis sativa. Anterior a legalização é preciso que se abra espaço para discussões, e esse espaço é negado veemente. Somos discriminados, estigmatizados por sermos adeptos a uma cultura que existe desde antes de Cristo, que por sinal, segundo estudo do pesquisador Chris Bennett publicado na revista americana High Times, disse que o uso de maconha era bastante difundido na época para ajudar a curar os enfermos. O pesquisador alega que um bálsamo usado nos primeiros anos da era cristã continha um extrato de maconha chamado de kaneh-bosem. O poderoso extrato, absorvido pelo corpo quando colocado em contato com a pele, poderia ter ajudado a curar pessoas que sofriam de várias doenças físicas e mentais.Eles afirmam que Jesus Cristo e seus apóstolos usaram um poderoso óleo à base de maconha para curar pessoas com doenças incapacitantes, segundo a TV britânica BBC. Os múltiplas propriedades da maconha, vão desde o uso recreativo, fins medicinais e até o aproveitamento da fibra para se produzir tecidos e celulose. Negar o direito a manisfestação pacífica é como suprimir vários movimentos sociais das minorias como dos negros, dos homosexuais, dos sem terra, e diversos outros que lutam para ter seus direitos igualitários legitimados. Bom em contraponto com a opinião de alguns, gostaria de salientar alguns benefícios da Discriminalização do uso da maconha e posterior legalização:
    1- TRÁFICO DE DROGAS
    Haverá significativo enfraquecimento do tráfico de drogas, evitando também que usuários tenham contato com tóxicos como a cocaína e o crack, uma vez que não irão comprar maconha nas “bocas”. A criminalidade diminuirá de acordo com o enfraquecimento do tráfico, claro, se o poder público agir de maneira cognitiva para melhor distribuição de renda e programas sociais que visem garantir os direitos fundamentais dos cidadãos, pois sem isso, qualquer medida repreensiva está fadada ao fracasso como temos averiguado.
    2- ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS
    O usuário que não quiser optar pelo plantio, poderá recorrar ao lote industrial, assim como ocorre com a indústria do tabaco. Com o dinheiro arrecadado o poder público poderá investir em campanhas preventivas à todas as drogas, e o dinheiro gasto pela repressão, poderá ser investido em educação preventiva.
    3- SAÚDE PÚBLICA
    Segunda pesquisas, 85% da maconha que chega ao Brasil vem do Paraguai, ela é produzida sem nenhum tipo de controle de qualidade e várias substâncias nocivas são adicionadas a planta, como a amônia e os agrotóxicos. O cânhamo produzido pela indústria seria fiscalizado pelos órgão competentes.
    4- ERRADICAÇÃO DO PRECONCEITO
    O preconceito com os usuários da maconha é em grande parte, de responsabilidade dos USA quando inventaram uma série de atrocidades que os cidadãos cometiam ao fazer uso da marijuana. Esse preconceito gerado foi criado para poder suplantar uma cultura dos imigrantes mexicanos que ganhava força na sociedade americana. Logicamente, assim como o preconceito racial, não acabará de um dia para o outro, mas com seus direitos legitimados, os usuários poderiam requerer à justiça, sempre que for vítima de preconceito.
    5-LEGALIZAÇÃO NÃO É ANARQUIA
    Assim como acontece com o álcool, o cidadão não poderá fazer uso de maconha onde e como bem entender, serão estabelecidos lugares e o respeito a lei ocorrerá, ao contrário do que existe hoje.




  20. Galera do Brasil, e de Sampa, todos estamos muito sentidos pelos insucessos Brasil a fora, mas vocês precisam divulgar o que aconteceu aqui no Recife, acima de tudo! Vamos mostrar positividade!!!

    1,5 mil pessoas, sem confusão, sem proibição, presença de candidato a prefeito, artistas etc.

    Muito gritinho de guerra tirando onda, não podia faltar, mas muito discurso centrado, politizado, consciente. A marcha resultou sem dúvida em um incremento na argumentação dos jovens que participaram dela.

    Tem uma porrada de notícia, inclusive com vídeo, online.
    reuni umas informações no blog do (a)berração http://aberrablog.blogspot.com/




  21. Eu viajei 8 horas pra chegar ao Rio e participar da marcha, que, por fim, acabou não acontecendo também por ordem judicial. A Marcha da Maconha aconteceu apenas em Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC), Recife (PE) e Vitória (ES). Mas não fiquei frustrado, acredito que o movimento todo mostrou-se maduro e sério ao respeitar a intervenção do Ministerio Publico. Eu tenho apenas 36 anos, não vivi os anos de ditadura militar, mas acredito que era mais ou menos assim que as coisas eram levadas, as pessoas eram impedidas de dizer o que pensa e defenderem suas idéias. Alcool também é droga (muito mais forte prejudicial que a maconha), causa milhares de morte no transito, é vendido em todas as esquinas, hipermercados e ninguem fala nisso.




  22. Então…. depois das 16h00 (quando cheguei, na verdade), a Marcha estava já se desintegrando. Juntamente com alguns amigos, fizemos bandeiras e talz. Deu que juntou mais gente e os coxinhas, que estavam pensando em ir embora, ficaram muito putos. Aí recomeçou a cantoria que a gente já conhece.
    Pois bem: os malditos facistas tomaram as bandeiras de todo mundo (tinha umas 10), quase prenderam meu truta e vieram p/ cima da galera (mas essa foi ameaça, apenas). Velho!, o cho que tava lá! Mano, mandar o choque p/ pegar uma centena de maconheiros é - no mínimo - ridículo!
    Caras, foi horrível. Puta retrocesso em relação à de NOv/07.
    De tudo só me vem em mente um verso de música (do Bezerra): “vc com revólver na mão é um bicho feroz/sem ele anda rebolando e até muda de voz”




  23. eu tbm fui ……….
    mas vamos continuar galera ……….
    nossa luta não é em vão…..
    estamos marchando para a legalização……

    JAH BLESS…….
    IRMÃOS FÉ E CORAGEM……

    MOSTRA SUA CARA……………….




  24. Ei Anderson, do que é que vc está falndo, cara? A cannabis é um arbusto. O alcool é sintético como a ccocaina ou crack pq não pinga de um côcom, mas sim do destilador. E vc está muito por fora com essa classificação que fez, do tipo ligue os pontinhos da sociedade excluísta cristã que condena a maconha por que é associada a magia e idolatra o alcool como o sangue de seu Profeta Jesus. É ridículo estabelecer graus de moralidades dogmáticas sobre pessoas humanas em pleno sec. XXI. Não vê quantas pessoas morrem de cirrose? Deveria classificá-lo como um cachaceiro chapado que bebe e vai dirigir? Um cara que mata no transito sob efeito de alcool vai preso? A maconha não é proibida por seus danos –que sao muito mais amenos em relação ao alternativo sintético alcool– e sim por preconceito!




  25. Então tiago, eu vi essa treta tb. O gambé agarrou um cara que tava de saia indiana e pandeiro na mão. Aí os cara começaram a filmar e o pm viu que o cara era homem. kkkkkkkk. Os pms ficaram zuando ele depois chamando ele de fenomenal. heheheh;;; Abaixo a Tirânia! Abaixo a Repressão!