Ex-presidente FHC, “América Latina precisa de nova estratégia antidrogas”

01/05/08

RIO DE JANEIRO (Reuters) - A América Latina precisa ir além das fracassadas políticas antidrogas dos EUA e encontrar uma nova estratégia contra o narcotráfico, que já chega a ameaçar a democracia na região, disse na quarta-feira o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Em entrevista à Reuters, ele afirmou que o aumento no consumo de drogas no Brasil e em outros países é mais uma razão para que haja uma melhor cooperação regional e políticas voltadas para soluções que vão além do binômio repressão/punição.

“[A política antidrogas dos EUA] não está bem-sucedida. Estão gastando cada vez mais, e os resultados são frustrantes”, disse FHC, de 76 anos.

O foco principal da política antidrogas dos EUA é prender e extraditar grandes traficantes e tentar impedir a produção de cocaína nos países andinos.

“Não estou dizendo que é necessário parar a repressão. Precisamos controlar, mas não basta”, disse o ex-presidente. “Não é só uma questão da dependência de drogas, é também um problema político, porque está ameaçando a crença nas instituições.”

Apesar dos bilhões de dólares em ajuda dos EUA para o combate às drogas nos países latino-americanos, o fluxo de cocaína e outros narcóticos em direção ao mercado norte-americano permanece praticamente inalterado.

Na opinião de especialistas, o narcotráfico é uma ameaça à segurança nacional dos países produtores e intermediários — como demonstram as guerras entre quadrilhas no norte do México e no Rio, e a atividade da narcoguerrilha Farc na Colômbia.

Além disso, as redes do narcotráfico são cada vez mais internacionais — quadrilhas mexicanas já fincaram bases no Peru e Bolívia, por exemplo –, em parte para atender à demanda interna de países como Argentina e Brasil.

“É hora de desenvolver uma política latino-americana adequada, desligada da ideologia que foi comum na última década por parte dos EUA”, disse Martin Jelsma, especialista em narcotráfico no Instituto Transnacional, da Holanda.

“Pode ser um bom momento para tentar, porque politicamente há mais distância agora numa parte cada vez maior da América Latina em relação às políticas dos EUA e à dominação dos EUA em geral”, acrescentou.

Fernando Henrique disse que a América Latina pode aprender com a abordagem de alguns países europeus, que enfatizam a saúde pública e o tratamento da dependência. “Eles têm um conjunto diferente de alternativas”, disse.

O ex-presidente disse ainda que a atitude da opinião pública precisa mudar, já que na América Latina os dependentes e as pessoas ligadas ao tráfico costumam ser demonizadas pela polícia e a imprensa.

Neste mês, depois de uma ação contra traficantes que deixou nove mortos, um comandante da PM fluminense disse que o Bope (força especial) é “o melhor inseticida social” que existe. A declaração teve pouca repercussão na imprensa brasileira.

“A mídia tem um papel importantíssimo, não só em salientar a violência, mas em apresentar alternativas, em motivar as pessoas a se comportarem com solidariedade em relação aos dependentes de drogas”, disse Fernando Henrique.

Ele discursou durante a reunião inaugural, no Rio, da Comissão Latino-Americana sobre Drogas e Democracia. O evento teve também a participação dos ex-presidentes César Gaviria (Colômbia) e Ernesto Zedillo (México, por videoconferência).

O objetivo do encontro é definir uma posição conjunta da América Latina em relação ao narcotráfico, a ser levada para uma reunião da ONU em 2009 que vai avaliar os esforços neste campo na última década.

“A questão para nós é se há uma perspectiva latino-americana diferente, não para substituir [a dos EUA], mas para ser acrescida à discussão nas Nações Unidas”, afirmou o ex-presidente.

15 Comentários

  1. hypomnemata 96
    Boletim eletrônico mensal
    do Nu-Sol - Núcleo de Sociabilidade Libertária
    do Programa de Estudos Pós-Graduados em Ciências Sociais da PUC-SP
    no. 96, abril de 2008

    Abolicionismo penal

    As ciências biológicas, incluindo a farmacologia, lidam atualmente com posologias pessoais para receitar combates aos atingidos pelo câncer. Concluíram que a posologia universal é um equívoco para a ciência, e, principalmente, para os acometidos pela doença.

    Enquanto isso o direito penal — velho, ressequido, cansado, tentando e testando mais uma renovaçãozinha —, não abdica da pena universal, e muito menos de punir.

    O abolicionismo penal, antes das ciências biológicas, indica e mostra que só pode haver liberdade quando soubermos lidar com as situações-problema de maneira pessoal; quando inventarmos a cultura libertária no instante da nossa própria vida, desprovida de castigos.

    Mas certos cidadãos, vários miseráveis, empresários, políticos ongueiros e cientistas, preferem punição, prisão e uma eletrônica parafernália para sustentar sua moralizada ética.

    A saúde na doença está na ciência terminando com a posologia universal. A doença na saúde, por sua vez, está nos próprios cientistas que não conseguem ultrapassar seu conhecimento localizado e terminam defendendo mais punições; está entre os juristas, técnicos e cidadãos que se recusam a olhar para uma situação-problema, insistindo na ontologia do crime e sem querer equacionar respostas pessoais e intransferíveis.

    Enquanto isso, militares falam da P.M. como inseticida social, pronta para matar, em nome da lei, da cidadania, da vida repressora fundada nos castigos e nas obsoletas hierarquias.

    Enquanto isso, milícias fascistas se expandem subindo e descendo morros e favelas, em nome da moral e da paz para ampliar seus negócios com a polícia, o tráfico e o miserável serviçal do narcotráfico.

    Enquanto isso, ongueiros e pesquisadores bradam que somente o fim do consumo de drogas acabará com o tráfico e os programas de Estado.

    Nós, somos mais simples, apenas queremos o fim do proibicionismo; queremos abolicionismo penal; respostas liberadoras.

    As marcas do assujeitamento
    Na China, jovens ao mesmo tempo deslumbrados com o capitalismo e talhados para a devoção e a obediência escrevem em blogs contra os ocidentais que criticam o regime. Para eles, os ataques à ditadura são uma nova face para as investidas do oeste contra o milenar Império.

    Enquanto isso, a tocha olímpica foi passeando pelo mundo, escudada por chineses com bandeiras vermelhas que a saudavam e muitos ocidentais e alguns tibetanos que protestavam. No Tibete, os monges que não puderam ser silenciados pediram autonomia com moderação ainda que alguns jovens tibetanos mais exaltados contrariassem o lama ao querer enfrentar os chineses com violência.

    Isso tudo gerou apreensão no Comitê Olímpico Internacional: por isso, logo se apressaram em dizer que os jogos nada têm de político. Para tranqüilizar, especialistas em marketing esportivo declararam que não se deve esperar protestos políticos dos atletas mega-patrocinados: a era dos punhos cerrados no pódio já era.

    O politiburo hightech em Pequim suspira, porque quer fazer das Olimpíadas a confirmação triunfal de seu status de potência mundial. Na Europa, alguns governos prometeram ― gaguejando de medo ― boicotar apenas a abertura dos jogos. Pequim tornou-se uma marca: Beijing 2008.

    E o assujeitamento é variado, para todos os gostos, por todos os ângulos: dos jovens chineses que admiram sua milenar sujeição até os ocidentais interessados em muitos mais negócios da China. Ninguém está disposto a agitar nada. É conveniente que tudo passe bem, que tudo funcione, que a festa seja bela e que a grana seja muita.

    E sob as luzes e suas coreografias, a leste e a oeste, seguirão as tentativas de afirmar que os jogos não são políticos, que o capitalismo é saudável à China e ao mundo, que a tecnocracia chinesa vai se esclarecer e se democratizar em duas gerações, que os silêncios e omissões são necessários e que a obediência é natural e desejável.

    Nessa festa dos assujeitamentos, tudo se transforma em marca, marketing, slogan e performance.

    F O U C A U L T
    aula-teatro 3 do nu-sol
    6 de maio de 2008, 19:30hs, tucarena
    retirada individual de ingresso gratuito
    na bilheteria do teatro no mesmo dia das 17:30 às 18:30 hs.

    nu-sol (núcleo de sociabilidade libertária)
    programa de estudos pós-graduados em ciências sociais da puc-sp.
    projeto de extensão cepe/puc-sp
    tucarena/puc-sp. rua monte alegre, 1024 (entrada pela r. bartira) / são paulo-sp

    26 e 27 de maio, lançamento de verve 13.
    neste número: pietro ferrua, acácio augusto, edson passetti, emma goldman, daniel colson, gustavo ramus, thiago rodrigues, guilherme castelo branco, luísa roxo barja, edivaldo vieira da silva, maria lúcia karam, lúcia soares, bruno andreotti,
    gustavo simões, edson lopes, salete oliveira e
    um dossiê 68 anarquista

    toda terça-feira em http://www.nu-sol.org flecheira libertária

    acompanhe pelo canal universitário
    tv puc (net canal 11 e tv a canais 71 e 187) e tv. nu-sol (http://tv.nu-sol.org)
    os insurgentes conversações com anarquistas no brasil

    http://www.nu-sol.org




  2. Bebidas e cigarros também são drogas fortes. E que fazem mal à saúde do homem. Está comprovado cientificamente que provocam doenças e dependência química nas pessoas. Contudo é livremente comercializadas no mundo inteiro e são grandes fontes de recursos para os governos em razão dos altos impostos arrecadados. Se tivéssemos homens sérios, mas isso não parece existir no poderes dos países, com esses recursos, eles poderiam redirecioná-los para assistência à saúde e combate à dependência química dos viciados em bebidas e química. É lógico que há os que consomem esses produtos químicos moderadamente e que pouco afetam suas saúdes. Eu já fumei cigarros e já bebi muito. Quando notei que essas duas drogas estavam destruindo minha saúde parei de fumar e diminui fortemente o consumo destes. Pensei: ou mudo meus hábitos ou vou preparando o meu “caixão”. Essa decisão que me fez recuar o consumo dessas drogas tem uma grande causa: os valores éticos e morais e o grande valor que dou à vida humana. Mas, infelizmente, os homens não são iguais. Há aqueles que ao consumirem bebidas (droga) espancam indefesos como mulheres e crianças, e, às vezes, até matam. Eu imagino se a maconha for liberada o que vai ser da sociedade. Acho que é o inicio do fim da humanidade. Se droga fizesse bem, todos já estaríamos consumindo e incentivando o seu consumo. O que vemos é que quem quer praticar crimes, atentar contra a vida usam a droga. As páginas policiais dos jornais estão cheias de crimes hediondos cometidos através do uso de drogas. A droga afrouxa o freio mental que temos e usamos para controlar o lado mal que existem em todos nós. Ou seja, o lado ruim inato a todos os seres humanos. A droga altera o equilíbrio emocional do homem, e com ele alterado, ele é capaz de tudo, inclusive atentar contra sua própria vida. Ora, o homem que ainda preservar os valores morais e éticos necessários para o equilíbrio social, devem lutar contra esses manifestos insanos. Essa questão de querer lutar a favor da liberação da maconha tem relação com a sua fragilidade psicológica , e que afeta muitos dos homens de hoje. A sociedade está sem rumo, sem perspectivas, somente os poderosos vivem nababescamente com o lucro advindo da corrupção de políticos e governos, usando a vida do ser humano. Estamos criando uma sociedade individualista, e construindo grupos sociais corporativistas que estão se protegendo, usando a vida humana a fim de manter seu status quo. Isso é bem maquiavélico. O noticiário mundial está aí: Fome, guerras, sequestros, assassinatos de pessoas, de famílias. pobreza, AIDS,etc. Vejo esses temas de maior interesse para o debate mundial do que o debate para liberar o uso de drogas fortes. Temos, sim, de lutar por um mundo mais fraterno, mais humano, e não pela liberação da MACONHA. Esse novo movimento que surge no mundo são incentivados pela classe dominante com apoio de seus políticos e representantes nos congressos, para lutarem e organizarem esse movimento de cunho suicida. Essas marchas funcionam como manipulação do psicológico dos jovens, os mais inocentes nessa história em razão da falta de experiência de vida e falta de afeto familiar.. Quem prega a favor da liberação da maconha está pregando a liberação futura de drogas mais fortes, como cocaína, LSD, ácido, ópio,etc. E quem ganhará com isso? Claro a elite mundial que vivem em função da exploração do povo mais pobre. Que vivem e mantém sua vida de luxo, às custas da vida de quem está perdido, sem rumo, sem perspectiva e abandonado pela sociedade. Essa é minha opinião. Sou contra essa marcha. E se fosse participar iria protestar contra. A marcha só favorece aos oportunistas e empresários potenciais e que hoje dominam o tráfico paralelo. Apenass grandes grupos empresariais estão de olhos bem abertos e torcem para o sucesso dessas manifestações mundiais para se lançarem como lobos sobre os futuros viciados potenciais. Temos uma visível queda do consumo mundial de cigarros, com grandes prejuízos para essas grandes multinacionais do cigarro e da produção do fumo. Por isso, procuram outros meios para substituírem ou aumentarem o seu faturamento com drogas mais fortes. Infelizmente esse é o exemplo que o mundo capitalista está legando para as futuras gerações. A vida humana está se tornando um mero instrumento de manipulação do grande capital. Os jovens, os mais inocentes nessa história, são os protagonistas e puxadores dessas marchas pelo simples fato de não terem experiência de vida. Meu recado é esse: ” Jovens de todo mundo e homens de boa vontade: lutem, sim, por uma causa justa. Vocês deveriam ir pra as ruas cobrarem vida melhor para todos os humanos: mais vagas de trabalhos, redução de impostos dos governos, oportunidades de trabalho; educação gratuita; saúde gratuita; mais alimentos; menos pobreza; etc. Lembrem-se: ” Drogas acabam com nossas utopias. Os únicos interessados nelas , em produzí-las e comercializá-las, são os mesmos que querem destruir suas vidas.”.
    Um grande abraço a todos.




  3. Vish… não dá ibope não… rs.rs..




  4. Que demônio é este; que convulsa a aspiração demasiado humana de se intervir pelo próprio ser, qualquer que seja. Às utópicas, boníssimas, libertárias, reacionárias e imitantes correntes de projeções ideológicas, recorre-se uma outra falha de alvorecer - extirpados e triviais. Transtorna-se - contudo - o fluxo social desconexo, estereotipado, avulso e deslógico acerca de morais e éticas benditas. Onde há de se aflorecer o aflito e ignaro propósito de interpor-se à condução expressiva do ser (civil ou desrotulado), abdicando da projeção pessoal e indeferível desse mesmo.
    Fundem-se - prontamente - outras fragilidades inerentes às retóricas banais: a utilização de diálogos conservadores anti-científicos, a soez difusão de informações incoerentes, a debilidade ética ou moral aplicada às diversidades sociais, a violência transpositiva usada aos pseudo-criminosos, a negação às provas referidas em pesquisas aprofundadas e focalizadas, o intermédio de outras projeções religiosas ou tradições prepotentes, a inefabilidade da conduta negativa, intensiva, inoportuna e excedente à autonomia alheia.
    Que proceda a interconexão global à este conceito aberto; e que se inopere a argumentação inane, conduzindo tanto prós quanto contras a um decurso coeso e amplo.

    Avante Marcha!




  5. O que tem que poeta aqui tá fora do comum…. rs.rs…
    E depois nego fala que usuário é lesado, burro sem inteligência…
    mandou bem Thacle, só acho que os do contra não vão entendem nem metade do que vc disse…
    abraços.
    União, Respeito e Paz!




  6. kadeia nos maconheiros e maconheiras seus otarios broxas




  7. A marcha é o movimento pacífico mais importante da história recente da humanidade.
    Tenha certeza que todos os mártires que viveram em causa da verdade e do esclarecimento humano estarão presentes!!!

    Amituofo.




  8. Acredito que nesse País falta muito hoje do que foi um dia a geração de 1968, geração à qual os jovens eram engajados em movimentos deveras importantes, lutavam contra uma ditadura que atrocidava todos os direitos humanos, que perseguia, prendia, torturava e matava indiscriminadamente em todo o Brasil. Hoje, infelizmente vemos nossos jovens se matarem em campos de futebol, vemos que a grande mídia corrõe suas mentes e os tornam seres sem criticidade, as pessoas perdem horas assistindo a programas como Big Brother e novelas e Domingão do Faustão e Gugu dentre outros seres perniciosos tanto quanto a liberação da maconha. Acredito que a politica de educação no Brasil desencadeou esse tipo de ser humano, que não tem ânimo para sair de sua zona de conforte, nem também tem interesse em mudar a situação política país; enquanto nossos políticos têm ânimo para desviarem dinheiro da saúde pública, da educação, do lazer, o povo brasileiro se prende a probleminhas de crianças mimadas e de politicos oportunistas que querem liberar também a maconha, a troco de quê, caso haja essa liberação a industria do cigarro não perderá tempo e veremos nas lojas cigarros de maconha Marlboro, Free, Carlton dentre outros…e mais uma vez o povo está sendo manipulado pela perniciosidade do grande capital e dos lobos que se vestem na pele de cordeiro.
    Hasta la vista.




  9. blábláblá desse mano aí… Já foi lá e fez nada também.
    O princípio de tudo é a educação e o nosso país não trabalha para torná-la prioridade. Acesso à informação com isenção depende da capacidade de intelecção de cada indivíduo e sem isso não será possível uma reforma consciente dessa deplorável situação.




  10. 400 Years (tradução)
    Bob Marley

    400 anos (400 anos, 400 anos)
    E é o mesmo, a mesma filosofia
    Eu disse que é 400 anos (400 anos, 400 anos)
    Olhe, quanto tempo, e as pessoas que eles ainda não podem ver
    Por que eles lutam contra a mocidade pobre de hoje?
    E sem estas mocidades, teriam sido eles
    Tudo desencaminhadamente

    Venha, façamos um movimento (faça um movimento, faça um movimento)
    Eu posso ver tempo, tempo veio
    E se uns bobos não vêem (os bobos não vêem, os bobos não vêem)
    Eu não posso economizar a mocidade, a mocidade vai ser forte
    Assim, não vá você vem comigo, eu o levarei para uma terra de liberdade
    Onde nós podemos viver, viva um bem, vida boa,
    E é livre

    Olhar quanto tempo! 400 anos (400 anos, 400 anos)
    Por que muito muito tempo! isso é a razão minhas pessoas que minhas pessoas não podem ver
    Dito é 400 anos longos (400 anos, 400 anos)
    Me dê paciência, mesma filosofia,

    É sido 400 anos (400 anos, 400 anos)
    Isso que tão longo! Quanto tempo? 400 anos longos, longos




  11. Gente nesta noite de sexta feira fui a uma Igreja Evangelica
    e o Pastor pregou sobre o amor pensando nisso eu
    peco desculpas por ter chingado voceis tchau




  12. Ih! o Friedrich nietzsche resuscitou. Até parece o Gabeira falando. Será ?




  13. O problema não esta em fumar macOnha e sim em praticar o mal, essas pessoas que so sabem criticar quem fuma maconha e não fazem nada pra mudar o mundo pra melhor, pelo contrario, só praticam maldades enquantos muitos maconheiros estão produzindo e fazendo um mundo melhor

    ‘ SER PEDRA É FÁCIL, DIFÍCIL É SER VIDRAÇA”




  14. Zoca , acho q t conheço ari ou aqui, acaso já iniciastes alguém??, nem eu, e jamais o farei, fiz sim o contrário, tem gente que não entende a natureza das tendências não é?? Ocorre que a ignorancia leva a proibição, é mais cômodo, aí reside a curiosidade pelo desconhecido e a origem das barbáries .




  15. Se ética pode ser contestada, é de supor que o autor do pensamento deve ser favorável ao liberou geral, ao “bundalelê social” geral. Ou deve gostar de filosofar, usando como argumento, o pensamento dos “especialistas teóricos” que vomitam em suas teses incompreensíveis e tratam a ética como um tema questionável em nossa sociedade moderna ? Que sacada, hein! Viciados, caros amigos, precisam de tratamento psicológico. Pois convivem com algum desvio de personalidade, e por conseqüência, de conduta. Pessoas bem sucedidas? ( o que vem a ser bem sucedidas? Pessoas ricas! bons profissionais!. Então quer dizer que para sermos bons profissionais, ricos todos precisamos de drogas para estimular nossa criatividade e aumentar nossos ganhos ? Para melhorar nosso desempenho em tudo naquilo que fazemos ? Para sair bem melhor no sexo ? Não, claro que não. Os usuários usam drogas porque já estão num caminho sem volta. E como são dependentes e doentes dessas porcarias querem que todos os acompanhem nesse caminho diabólico. Malvadeza, isso sim. Se querem continuar consumindo suas drogas, continuem, morram, fumando, se injetando, mas não venham querer disseminar publicamente e se dissimular, invocando termos como liberdade de expressão para justificar o manifesto, seu uso e a liberação da comercialização da maconha. Juntem-se ao Gabeira e fundem o clube dos consumidores de drogas. Aproveitem, e juntem-se os pais e viciados e os vovozinhos maconheiros levianos. E não se esqueçam de abrir as portas do clube aos seus filhos, cambada. Por que não compram uma ilha e faça dela o ponto de encontro dos consumidores livres de drogas. É uma boa idéia, o que acham.