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	<title>Marcha da Maconha - Brasil 2009</title>
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	<description>Vamos falar de Maconha?</description>
	<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 15:47:16 +0000</pubDate>
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		<title>Marcha da Maconha Fortaleza - Iniciando atividades.</title>
		<link>http://www.marchadamaconha.org/blog/marcha-da-maconha-fortaleza-iniciando-atividades_301</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 15:47:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fortaleza</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ativismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Salve salve companheiros,
O coletivo &#8216;Marcha da Maconha - Fortaleza&#8217; estará iniciando as atividades para a marcha da maconha de 2009 com a apresentação do filme &#8220;Grass&#8221;. Um documentário histórico sobre a guerra contra o uso da Cannabis.
Das primeiras décadas do século 20 até hoje, inúmeros mitos foram criados, milhares de pessoas acabaram presas, e bilhões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Salve salve companheiros,<br />
O coletivo &#8216;Marcha da Maconha - Fortaleza&#8217; estará iniciando as atividades para a marcha da maconha de 2009 com a apresentação do filme &#8220;Grass&#8221;. Um documentário histórico sobre a guerra contra o uso da Cannabis.<br />
Das primeiras décadas do século 20 até hoje, inúmeros mitos foram criados, milhares de pessoas acabaram presas, e bilhões de dólares foram gastos em uma verdadeira cruzada que, como revela este filme, ainda está longe de inibir o consumo da droga. Seguido de um debate sobre o mesmo.<span id="more-301"></span></p>
<p>Local: CH2 da UFC (no cruzamento da av. da universidade com 13 de maio)<br />
Data: Sábado 06/09/2008<br />
Horário: 15:00 hs</p>
<p>Coletivo Marcha da Maconha - Fotaleza.</p>
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		<title>Ingrediente da maconha pode funcionar como antibiótico</title>
		<link>http://www.marchadamaconha.org/blog/ingrediente-da-maconha-pode-funcionar-como-antibiotico_299</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 04:56:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pintolico</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Acadêmico]]></category>

		<category><![CDATA[Internacional]]></category>

		<category><![CDATA[Medicinal]]></category>

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		<description><![CDATA[do portal Estadao.com.br
Pesquisadores italianos e britânicos descobriram que o princípio ativo da maconha - tetrahidrocanabinol, ou THC - e componentes relacionados são promissores como agentes bactericidas, particularmente contra cepas de micróbios que já são resistentes a diversos tipos de antibióticos.
Há décadas se sabe que a Cannabis sativa tem propriedades bactericidas. Experimentos na década de 1950 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>do portal <a href="http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid236956,0.htm">Estadao.com.br</a></p>
<p>Pesquisadores italianos e britânicos descobriram que o princípio ativo da maconha - tetrahidrocanabinol, ou THC - e componentes relacionados são promissores como agentes bactericidas, particularmente contra cepas de micróbios que já são resistentes a diversos tipos de antibióticos.</p>
<p>Há décadas se sabe que a Cannabis sativa tem propriedades bactericidas. Experimentos na década de 1950 testaram diversas preparações de maconha contra diversos tipos de infecções, mas pesquisadores na época tinham pouco conhecimento sobre as propriedades químicas da planta.<br />
<span id="more-299"></span></p>
<p>A pesquisa atual, de Giovanni Appendino da Universidade de Piemonte Oriental, publicada no The Journal of Natural Products, olhou para a atividade de cinco dos canabinóides mais comuns. Todos se mostraram eficientes contra diversas cepas de bactérias resistentes, embora os pesquisadores tenham sugerido que a maconha não-psicotrópica se mostrou mais promissora para o uso com essa finalidade.</p>
<p>Os pesquisadores disseram que não sabem como os canabinóides funcionam, e se seriam eficientes como antibióticos sistêmicos. Determinar isso exigirá muita pesquisa ainda.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Parte &#8216;boa&#8217; da maconha controla fobia e psicose</title>
		<link>http://www.marchadamaconha.org/blog/parte-boa-da-maconha-controla-fobia-e-psicose_286</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 03:50:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pintolico</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Acadêmico]]></category>

		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[Ciência]]></category>

		<category><![CDATA[Medicinal]]></category>

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		<description><![CDATA[do jornal A Cidade
O canabidiol, nome de uma substância isolada da maconha (cannabis sativa) demonstrou funcionar eficientemente no controle da ansiedade em geral e da ansiedade patológica, tanto em animais como em seres humanos. A informação foi confirmada pelo grupo de pesquisadores da USP de Ribeirão Preto, que lidera mundialmente as investigações com o uso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>do jornal <a href="http://www.jornalacidade.com.br/noticias/71657/parte-%E2%80%98boa%E2%80%99-da-maconha-controla-fobia-e-psicose.html">A Cidade</a></p>
<p>O canabidiol, nome de uma substância isolada da maconha (cannabis sativa) demonstrou funcionar eficientemente no controle da ansiedade em geral e da ansiedade patológica, tanto em animais como em seres humanos. A informação foi confirmada pelo grupo de pesquisadores da USP de Ribeirão Preto, que lidera mundialmente as investigações com o uso medicinal do canabidiol em transtornos psiquiátricos. A mesma substância demonstrou controlar também distúrbios psicóticos.<br />
<span id="more-286"></span></p>
<p>O canabidiol, que tem efeito neuroprotetor e antioxidante, parece ter potencial de ajudar no tratamento de doenças degenerativas. Mas não funcionou em pacientes com sintomas do transtorno bipolar, doença antigamente denominada como psicose maníaco-depressiva (PMD). Em animais, demonstrou efeitos antidepressivos e anticonvulsivantes.<br />
Com o uso da ressonância magnética funcional e tomografia por emissão de pósitrom, sofisticadas técnicas de neuroimagem, foi possível saber que o canabidiol age no cérebro nas mesmas áreas ligadas ao processamento emocional, fato desconhecido da literatura médica até 2004.<br />
- A substância “boa” da planta (canabidiol) é justamente a que não dá o chamado “barato”. Por outro lado, o THC, que provoca efeitos psicoativos, como sedação e euforia, pode levar pessoas com problemas psiquiátricos a quadros agudos de psicose e de ansiedade – alerta o professor José Alexandre de Souza Crippa, do departamento de Neurologia, Psiquiatria e Psicologia Médica a Faculdade de Medicina da USP, de Ribeirão Preto. Ele está lançando livro em co-autoria com o chefe do mesmo departamento, Antônio Waldo Zuardi, professor titular de psiquiatria, e com o professor Francisco Silveira Guimarães, titular do Departamento de Farmacologia, também da USP de Ribeirão Preto, contando a experiência científica do grupo até agora: “Cannabis e a  Saúde Mental: uma revisão sobre a Droga de Abuso e o Medicamento”, pela editora FUNPEC. A obra é a primeira no País que aborda pesquisas associando a maconha com saúde mental e traz também artigos de 34 cientistas de universidades nacionais e estrangeiras.<br />
O livro será lançado em duas datas: no exterior, dia 4 de setembro, em congresso internacional de Barcelona, na Espanha, e no Brasil  dia 15 de outubro, em Brasília, durante o Congresso Brasileiro de Psiquiatria. O lançamento em Ribeirão Preto ocorrerá em breve, em data a ser definida.</p>
<p><strong>Agente ‘do bem’ poderá substituir remédios contra ansiedade</strong><br />
José Alexandre de Souza Crippa é professor do departamento de Psiquiatria e Coordenador do serviço de Interconsulta em Saúde Mental do HC da FMRP-USP e do Grupo de Estudo e Pesquisa em Ansiedade Social. Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Paraná, se doutorou em Saúde Mental pela USP e fez pós-doutorado no Instituto de Psiquiatria de Londres. Preocupado em deixar claro que o uso da maconha pode fazer mal à saúde em pessoas vulneráveis, se entusiasma com a possibilidade  futura de utilizar o canabidiol no tratamento de várias doenças.<br />
- O problema com a maconha é o THC – tetrahidrocanabinol- responsável pela dependência. As pessoas não fumam maconha por causa do canabidiol que é um agente com efeito oposto, que atua no sistema cerebral batizado de endocanabinóide. Ele não induz a nenhuma “viagem”. Nossa perspectiva é de que um dia esse composto da maconha possa ser uma alternativa aos medicamentos benzodiazepínicos (como diazepam, lorazepam, etc) contra a ansiedade.<br />
Eficiência</p>
<p>Crippa considera eficientes os medicamentos em uso para controlar a ansiedade, só que eles podem induzir à dependência depois de alguns meses, além de sedação e tolerância. O que parece que não é o caso do canabidiol: a substância mostrou que não causa dependência, não induz tolerância, nem tem maiores efeitos colaterais. Outra esperança é empregar o canabidiol no lugar dos antidepressivos usados também para tratar o transtorno de ansiedade social, muito confundido com a timidez, mas que atrapalha a pessoa de se relacionar socialmente.<br />
- A vantagem do canabidiol é que faz efeito imediato, enquanto os antidepressivos demoram de 15 a 20 dias para apresentar os primeiros efeitos - observa.<br />
O canabidiol demonstrou em um estudo em parceria com o professor Vitor Tumas, da  Neurologia da USP de Ribeirão Preto, que pode reduzir alguns sintomas desconfortáveis produzidos pelo medicamento usado no tratamento do mal de Parkinson e os próprios tremores da doença.</p>
<p>É uma certeza científica: parte ‘má’ da maconha provoca dependência<br />
RUBENS ZAIDAN/ESPECIAL</p>
<p>O professor José Alexandre Crippa explica: hoje a quantidade de THC presente na maconha é muito maior que era há anos:<br />
- E o consumo da maconha de forma geral, pode induzir doenças graves como esquizofrenia ou transtorno de pânico em pessoas com uma vulnerabilidade específica - alerta. O risco maior, acentua, é das pessoas que têm ou que apresentam familiares com transtornos psiquiátricos.<br />
Conta que foi observado que em uma região na África do Sul, algumas pessoas apresentam quadros psicóticos, depois de fumar maconha.</p>
<p>- Foram avaliar as amostras de maconha daquela região e verificaram que não tinha praticamente nada de canabidiol. Talvez o canabidiol proteja contra o desenvolvimento de doenças psiquiátricas.<br />
Foi descoberto na década de 90 que o ser humano tem um sistema endocanabinóide. Ou seja: temos receptores no cérebro nos quais o THC e substâncias endógenas se ligam. Estas parecem modular a dor, inflamação e os quadros de ansiedade. A hipótese é de que a psicose também esteja ligada a  esse sistema – diz Crippa.</p>
<p><strong>Áreas cerebrais ativadas</strong><br />
Na maconha existem mais de  400 substâncias diferentes, das quais 60 (denominadas canabinóides) atuam sobre o sistema nervoso central. Entre elas o THC e  o canabidiol.<br />
- Até 2004 não se sabia em que local o canabidiol atuava no cérebro. Em Ribeirão Preto, utilizando uma técnica de neuroimagem funcional, que avalia o fluxo sangüíneo cerebral, verificamos que o canabidiol  ativa as áreas límbicas e paralímbicas, ligadas ao humor e às emoções - conta  Crippa.<br />
Já na Inglaterra o pesquisador passou a utilizar a técnica de ressonância magnética, específica para obter informações funcionais cerebrais dos voluntários que recebiam - sem saber o que estavam consumindo - canabidiol, placebo e THC (que não foi utilizada no Brasil).<br />
- Constatamos que o canabidiol atua nas mesmas áreas verificadas aqui e que o THC em outras regiões cerebrais. Algumas pessoas desenvolveram quadros psicóticos tomando 10 miligramas de THC via oral durante o estudo e depois melhoraram. Já os que recebiam canabidiol ficaram mais tranqüilos - conta Crippa.</p>
<p><strong>Ansiedade patológica</strong><br />
De volta ao Brasil, a idéia era testar o canabidiol em um transtorno de ansiedade. A escolha foi em pessoas com o transtorno de ansiedade social, também conhecido como fobia social, que acomete de 10 a 15% da população.<br />
- São pessoas que ficam muito ansiosas para fazer uma pergunta numa aula, que tem dificuldade em falar em público e ficam muito ansiosas quando tem que realizar alguma atividade diante de outras pessoas. Testamos em 10 pessoas com fobia social e verificamos que o canabidiol diminuiu a ansiedade - revela, acrescentando que o estudo é mais amplo, junto com pesquisadores de Barcelona, Londres e da USP de São Paulo.</p>
<p><strong>Pesquisa começa  com Zuardi  na Universidade Federal de SP</strong><br />
O canabidiol foi isolado em 1963, na Universidade de Israel por Raphael Mechoulam, que no ano seguinte descobriu o THC, a substância que provoca sedação e euforia, com grandes efeitos nocivos. Depois o canabidiol ficou esquecido por muitos anos. As pesquisas no Brasil começaram há mais de 30 anos nos laboratórios do professor Elisaldo Carlini da Unifesp - Universidade Federal de São Paulo. Os primeiros testes foram em epilepsia.<br />
Antônio Waldo Zuardi, realizou as primeiras experiências com o canabidiol entre 1976 e 1980 durante seu doutorado em psicobiologia no laboratório do professor Carlini, sob orientação do professor Isaac Karniol. Nesse período encontrou as primeiras indicações de efeitos ansiolíticos e antipsicóticos da substância, fato responsável pela seqüência de pesquisas nos anos 80 e 90.<br />
Com base  num estudo do professor Antônio Waldo Zuardi, de 1982, por exemplo, o laboratório inglês GW desenvolveu uma medicação denominada Sativex, um spray que tem a associação equillibrada do THC com canabidiol, já vendido no Canadá para pacientes com esclerose múltipla, neuropatias crônicas e fibromialgia. Esse tipo de medicação ainda não foi aprovado nos Estados Unidos e Inglaterra.<br />
- Colocaram um pouco de canabidiol e verificaram que a pessoa poderia ter os benefícios do THC sem apresentar os efeitos subjetivos deste, como prejuízo da atenção, memória e orientação, além de prevenir a indução de crises de psicose e ansiedade - explica o professor Crippa.</p>
<p><strong>Ansiedade e esquizofrenia</strong><br />
O professor de Farmacologia, Francisco Silveira Guimarães, testou o efeito ansiolítico do canabidiol em camundongos e verificou efeito similar ao dos benzodiazepínicos usados contra ansiedade.<br />
Estudos iniciais em pacientes com esquizofrenia em 1995, feitos pelo professor Zuardi, mostraram indícios promissores do canabidiol em controlar os sintomas dessa doença, mas ainda foram incompletos. O grupo dirigido pelo professor Markus Leweke, da Universidade de Köin, da Alemanha, concluiu as pesquisas com pacientes esquizofrênicos, iniciadas em Ribeirão Preto.<br />
- Com um número bem maior de pacientes, o grupo alemão  demonstrou que o canabidiol apresentou uma eficácia  tão grande quanto a amilsulprida, um antipsicótico muito usado pelos psiquiatras, porém o canabidiol demonstrou menos efeitos adversos - informa o especialista.<br />
Em modelos animais, segundo Crippa, foi demonstrado que o canabidiol melhora os sintomas depressivos e tem efeito anticonvulsivante, etapas que ainda precisam ser mais testadas no ser humano.<br />
- E com uma parceria nossa com grupos do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, mostramos que essa substância tem um efeito neuroprotetor e antioxidante, podendo eventualmente funcionar, no futuro, contra as doenças degenerativas.<br />
Amostras modificadas<br />
As pesquisas no campus da USP de Ribeirão Preto são feitas com o canabidiol extraído da planta cannabis sativa. Dois laboratórios – um da Alemanha e outro da Inglaterra - fornecem esta substância.</p>
<p>- Para se conseguir um pouco de canabidiol é preciso uma grande quantidade de planta. Essas empresas trabalham com amostras modificadas geneticamente com maior quantidade de canabidiol do que  de THC – conta o  professor Crippa, revelando que o custo das pesquisas é caro. Para que não haja interrupção, os estudos são financiados por agências brasileiras e do exterior.</p>
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		<title>Gabeira muda de tom sobre a maconha</title>
		<link>http://www.marchadamaconha.org/blog/gabeira-muda-de-tom-sobre-a-maconha_281</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 23:39:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>growroom</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[&#8216;Neste momento, eu não seria a favor da legalização&#8217;, disse 
O Globo, 27 de agosto de 2008, página 10
Uma das marcas da vida política do candidato Fernando Gabeira (PV), a legalização da maconha não é mais a sua bandeira. Ontem, ao ser sabatinado na Associação Brasileira de Imprensa (ABI) Gabeira disse que, atualmente, não defenderia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8216;Neste momento, eu não seria a favor da legalização&#8217;, disse </strong></p>
<p><em>O Globo, 27 de agosto de 2008, página 10</em><br />
Uma das marcas da vida política do candidato <a href="http://www.gabeira.com.br">Fernando Gabeira (PV)</a>, a legalização da maconha não é mais a sua bandeira. Ontem, ao ser sabatinado na Associação Brasileira de Imprensa (ABI) Gabeira disse que, atualmente, não defenderia a legalização.</p>
<p>— O foco agora não é legalização. Neste momento, eu não seria a favor da legalização. Foi uma discussão um pouco inútil, perdi energia — disse Gabeira na sabatina, organizada pelo jornal &#8220;Estado de São Paulo&#8221;. — A colocação do debate entre legalizar ou não coloca os dois lados numa posição insatisfatória. Sem uma polícia moderna, eficaz e honesta, você não consegue nem reprimir nem legalizar. A nova discussão que proponho é reformar a polícia.</p>
<p>O candidato do PV reconheceu que até hoje sofre preconceito de eleitores por conta de já ter defendido temas polêmicos, &#8216;como legalização da maconha. <span id="more-281"></span></p>
<p>— A gente tem que trabalhar naquilo em que se pode marchar junto: na reforma da polícia e no aumento da informação ¬destacou Gabeira, que na sabatina chegou a criticar o PSDB, partido que lhe deu o bom tempo na TV de que dispõe. — Ele tem um desempenho (como oposição) que não considero dos melhores. Os que estiveram no governo não conhecem o mecanismo de oposição. Ficou realmente uma lacuna na oposição no Brasil hoje.</p>
<p>Gabeira teve uma rejeição de 20% na última pesquisa Ibope, — o segundo maior nível de rejei¬ção, atrás apenas de Marcelo Crivella (PRB), com 29%.</p>
<p>— Nossos políticos, conforme as pesquisas, passam a afinar seu discurso pelo que o eleitor médio quer, o que vai pasteurizando as eleições. Esse recuo faz muito mal à democracia — disse o professor de História contemporânea da Universidade Federal Fluminense Daniel Aarão Reis. — O Gabeira deveria assumir com mais agressividade sua posição. Podia se arriscar mais, como se arriscou quando jovem. Se perder, fica com suas convicções. O pior é vencer sem elas.</p>
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		<title>Depoimento fornecido ao DENARC por manifestante preso na Marcha da Maconha em Fortaleza.</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 14:45:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fortaleza</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ativismo]]></category>

		<category><![CDATA[Fortaleza]]></category>

		<category><![CDATA[Marcha da Maconha]]></category>

		<category><![CDATA[Política]]></category>

		<category><![CDATA[Repressão]]></category>

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		<description><![CDATA[Texto fornecido pelo próprio manifestante na comunidade &#8220;Marcha da Maconha - Fortaleza&#8221; do Orkut:
&#8220;Vou aqui reproduzir o depoimento que forneci à delegacia de narcóticos respondendo à intimação trazida por um oficial de justiça em minha residência. Apenas omitirei algumas informções pessoais por questão de segurança, etc.&#8221;
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Texto fornecido pelo próprio manifestante na comunidade &#8220;Marcha da Maconha - Fortaleza&#8221; do Orkut:</p>
<p>&#8220;Vou aqui reproduzir o depoimento que forneci à delegacia de narcóticos respondendo à intimação trazida por um oficial de justiça em minha residência. Apenas omitirei algumas informções pessoais por questão de segurança, etc.&#8221;</p>
<p><span id="more-272"></span>GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ<br />
SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL<br />
POLÍCIA CIVIL<br />
DELEGACIA DE NARCÓTICOS</p>
<p>TERMO DE DECLARAÇÃO</p>
<p>INQUERITO Nº 310 - 00053/ 2008</p>
<p>Aos 30 dia(s) do mês de JULHO de 2008, nesta cidade de FORTALEZA, Estada do Ceará, onde pela(s) 09:35 hora(s), presente achava-se o(a) Bel(a). CÉSAR WAGNER MAIA MARTINS, DELEGADO(A), comigo SUZETE MARIA LIMA GONÇALVES, Escrivã(o) de seu cargo, ao final assinado, aí compareceu em Cartório CAUE LAUREANO AVELINO, nacionalidade BRASIL, SOLTEIRO(A), SUPERIOR INCOMPLETO, ESTUDANTE/ PROFE., filho(a) de XXXXX XXXXX XXXXX XXXXX E XXXXX XXXXX XXXXX XXXXX, nascido (a) em 09/01/1979, natural de BAURU/SP, residente à XXXXX XXXXX XXXXX, FORTALEZA-CE, telefone: XXXXXXXX. Inquirido(a) pela Autoridade, DISSE QUE: através do site denominado &#8220;Marcha da maconha&#8221; da Internet, tomou conhecimento que no dia 04/05/2008 ocorreria uma passeata em 11 capitais brasileiras em defesa da legalização do uso da maconha, evento este que também seria realizado em outros países; Que, o evento foi sendo divulgado &#8220;boca-a-boca&#8221; e também pelo orkut, sendo determinado como local a Praia de Iracema, sendo previamente comunicado às autoridades competentes; Que, no dia 04/05/2008, por volta de meio-dia, iniciou-se a concentração do grupo de aproximadamente 50 pessoas na Ponte Metálica, entre elas o declarante; Que, o grupo portava cartazes e faixas com dizeres como &#8220;SOMOS À FAVOR DA LIBERAÇÃO DA MACONHA&#8221; e frases semelhantes, sendo que logo no início da passeata foram abordados pela polícia militar, tendo o major e sua equipe informado ao grupo que o Poder Judiciário havia determinado a proibição da passeata e que a equipe policial estava ali para fazer cumprir a ordem da juíza, advertindo verbalmente todo o grupo; Que, então, os cartazes e faixas que falavam explicitamente da maconha fora recolhidos pelos policiais e o grupo foi orientado a se dispersar enão realizar o moviemento; Que, inicialmente o grupo reagiu à idéia, alegando que o local era público e que a manifestação er direito constitucional, mas acataram a ordem policial, tendo o declarante e cerca de mais 30 participantes saído do local e se dirigido ao Centro Cultural Dragão do Mar, onde se reuniram e alguém teve a idéia de continuar a passeata, mas sem mencionar o nome maconha e sim somente a liberdade de expressão; Que, saíram em passeata com cartazes que falavam apenas da LIBERDADE DE EXPRESSÃO, sendo que em torno de 200 metros adiante, foram abordados na rua pela equipe policial, comandada pelo Major já mencionado; Que, nessa ocasião, o major leu para o grupo o teor da determinação judicial e, em seguida, conduziu o declarante e seus companheiros ao plantão policial do 2º Distrito, onde foram em seguida liberados; Que, afirma que além dos cartazes, a polícia apreendeu um recipiente contendo pequena quantidade de &#8220;farelos&#8221; de maconha, porém ninguém assumiu como seu; Que, o declarante gostaria de esclarecer que a idéia da manifestação era criar uma discussão na sociedade sobre o uso da maconha com a intenção de legalizá-lo, e, também mostrar que a proibição do uso da maconha é o que favorece o tráfico, pois poderia ser algo legalizado; Que, a intenção do movimento também não era afrontar o estado ou a sociedade, nem mesmo fazer apologia ao crime, é tanto que o evento foi previamente comunicado, mas sim queriam aproveitar-se de um movimento mundial para criar uma discussão em torno do fato e futuramente que fosse criado um projeto de lei que legalizasse o uso da maconha; Que, o declarante e seus companheiros entendem que o álcool é também uma droga e muito mais nociva, visto que se ouve falar de pessoas que morrem em virtude do uso de álcool, que causam acidentes e coisas terríveis, porém nunca se ouviu falar que alguém morreu por fumar maconha; Que, acredita também que o tráfico de drogas em si é algo negativo para a sociedade; E nada mais disse nem leh foi perguntado, mandou a Autoridade encerrar o presente termo que, lido e achado conforme vai devidamente assinado por todos e por mim SUZETE MARIA LIMA GONÇALVES, Escrivã(o) que o digitei.</p>
<p>DELEGADO (A):<br />
DECLARANTE:<br />
ESCRIVÃ(O):</p>
<p>_______________________________________________________________<br />
DELEGACIA DE NARCÓTICOS Impresso em: 30/07/2008 10:26</p>
<p>Ele ainda deixa outro recado:</p>
<p>&#8220;Oi galera, quero dizer que este é o depoimento oficial e também que algumas coisas eu disse espontâneamente e outras fui provocado por perguntas como o caso do &#8220;recipiente&#8221; que ao questionado sobre a apreensão do mesmo, relatei que lembrei que eles apresentaram aquilo que recolheram no chão e guardaram como fazendo parte da cena da abordagem, mesmo ninguém tendo reconhecido como seu. Mas é isso aí. Ah, e as informações pessoais que omiti, substituí por XXXXXX, e nada mais omiti. Vlw!&#8221;</p>
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		<title>João Gilberto, a bossa nova e a maconha</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 17:02:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pintolico</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[História]]></category>

		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[O blog Trabalho Sujo traz uma matéria sobre a João Gilberto (Zé Maconha), a bossa Nova e a maconha.
Trazendo um belíssimo retrato da situação do uso da maconha nos anos 50, presente no livro &#8220;Chega de Saudade&#8221;

Vai dizer que você não sabia? Tá no Chega de Saudade!
&#8220;Comprava-se maconha quase abertamente na Lapa em 1951. Um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O blog <a href="http://www.oesquema.com.br/trabalhosujo/2008/08/14/joao-gilberto-a-bossa-nova-e-a-maconha/">Trabalho Sujo</a> traz uma matéria sobre a João Gilberto (Zé Maconha), a bossa Nova e a maconha.<br />
Trazendo um belíssimo retrato da situação do uso da maconha nos anos 50, presente no livro &#8220;<a href="http://www.scribd.com/doc/3184097/Ruy-CastroChega-de-Saudade">Chega de Saudade</a>&#8221;</p>
<p><span id="more-270"></span></p>
<p><strong>Vai dizer que você não sabia? Tá no Chega de Saudade!</strong></p>
<p><em>&#8220;Comprava-se maconha quase abertamente na Lapa em 1951. Um dos points era a calçada do bar Primor e do cinema Colonial, no largo da Lapa, defronte ao ponto do bonde. Os fornecedores eram os garotos que vendiam cigarros nos tabuleiros. Nesses tabuleiros, entre os inocentes Lincoln, Caporal Douradinho, Liberty Ovais e outras marcas comerciais, podia-se escolher entre os cigarros que já vinham enroladinhos em três diâmetros e preços diferentes: “fino”, “dólar” e, o mais grosso, “charo”. Não há registros de cotações da época, mas diz-se que eram até baratos, considerando-se a sua excepcional qualidade – sem dúvida, para conquistar freguesia. Na intimidade, a maconha era chamada de “mato”, “erva” ou, só pelos iniciados, de “Rafa” – uma abreviatura da expressão “O Rafael tá ai?”, para saber se havia fumo no pedaço.<br />
Ninguém corria grandes riscos ao fumá-la em lugares públicos. Embora não fosse exatamente “crime”, era só aconselhável não fazer isto muito perto da polícia, porque esta poderia ter idéias. Quanto aos circunstantes, tudo bem: poucas pessoas sabiam identificá-la pelo cheiro. E, as que sabiam, curiosamente não viam a maconha como um tóxico (que todos pronunciavam “tóchico”), mas como um “alucinógeno”. (Para o vulgo, havia uma importante diferença nas duas classificações). Como quase ninguém sabia de verdade o efeito que aquilo provocava, o máximo de atribulações que alguém poderia ter se fosse apanhado fumando era a de adiquirir certa fama de “maluco”. Ou seja: nada contribuísse muito para piorar a imagem que já se tinha dos músicos e cantores.<br />
Apesar do aparente liberalismo, poucos músicos e cantores brancos estavam nessa nos primeiros anos 50. Os sambistas de morro sempre tiveram maconha à sua disposição, mas ela custou a descer para a cidade, e quando isto aconteceu, logo depois da Segunda Guerra, foi em pequena escala. No principio, seus consumidores foram os soldados americanos, que já desembarcavam fissurados na praça Mauá. Ali eles fizeram contato com embarcadiços cubanos, sempre espertos quando se tratava dessas coisas, e resolveram o seu problema. Muitos desses soldados ficaram amigos dos músicos da rádio. O Zica (não confudir com o futuro Zicartola, na rua da Carioca) não era um ponto de drogas, limitando-se a um ativo comércio de dólares ou uísques de contrabando. Mas, naquele vaivém entre marines, cubanos e músicos, o interesse pelo produto teria de ser despertado até em quem não fumava ciganos comerciais. A orquestra de Tommy Dorsey veio ao Rio naquele ano e introduziu a turma da Rádio Tupi nas diversas utilidades do produto.<br />
Quase todos os Garotos da Lua eram chegados ao “Rafa” e, quando eles ofereceram o primeiro a João Gilberto, no apartamento do Bairro de Fátima, este viu na coisa qualidades que os ciganos comuns, que tentava fumar com certo orgulho, decididamente não tinham. Ela lhe dava a impressão de aguçar a sua sensibilidade, fazendo-o perceber sons e cores de que nunca suspeitava. Além disso, parecia despertar-lhe uma coisa mística, meio inexplicável, que, até então, aos vinte anos, ele represara sem saber. Foi uma conquista fácil. Desde então, nunca mais fumou Lincoln, Caporal Douradinho ou Liberty Ovais.&#8221;</p>
<p><strong>E o apelido do cara?</strong></p>
<p>&#8220;Um dos grandes momentos, segundo Carlinhos Lyra, era quando, à luz do lampião na porta do Plaza, formava-se um improvável quarteto vocal composto pelo próprio Carlinhos e mais Alf, Donato e João Gilberto – cujo apelido, recorda ele, era Zé Maconha, Carlinhos também descreve o figurino de João como invariável – terninho azul da Ducal, camisinha branca e calças de pescar siri – e não se lembra de tê-lo ouvido tocar violão naquele tempo.&#8221;</em></p>
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		<title>Polícia encontra plantação caseira de maconha no Distrito Federal</title>
		<link>http://www.marchadamaconha.org/blog/policia-encontra-plantacao-caseira-de-maconha-no-distrito-federal_267</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 03:18:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pintolico</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultivo]]></category>

		<category><![CDATA[Polícia]]></category>

		<category><![CDATA[Repressão]]></category>

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		<description><![CDATA[do portal G1
A polícia apreendeu 35 vasos com maconha na casa de um estudante de 23 anos que mora com os pais no Park Way, próximo a Brasília.
Os policiais descobriram a plantação caseira por meio de uma denúncia anônima. Além dos 35 vasos com maconha, também foi encontrado um tablete prensado e trouxinhas da droga.

O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>do portal <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL720587-5598,00-POLICIA+ENCONTRA+PLANTACAO+CASEIRA+DE+MACONHA+NO+DISTRITO+FEDERAL.html">G1</a></p>
<p>A polícia apreendeu 35 vasos com maconha na casa de um estudante de 23 anos que mora com os pais no Park Way, próximo a Brasília.</p>
<p>Os policiais descobriram a plantação caseira por meio de uma denúncia anônima. Além dos 35 vasos com maconha, também foi encontrado um tablete prensado e trouxinhas da droga.<br />
<span id="more-267"></span></p>
<p>O delegado da 11ª Delegacia de Polícia, Paulo de Vico, afirmou que esse tipo de apreensão não é comum no DF e que há evidências de que, além de usuário, o estudante também comercializava a droga.</p>
<p>&#8220;Se fosse apenas para uso, ele teria um tijolo e iria desbastando paulatinamente. Como ele dividiu em vários tabletes, denota a venda em pequenas porções”, avalia. Ele acrescenta que o estudante responderá por tráfico ilícito de substância entorpecente, cuja pena pode variar entre 5 e 15 anos de reclusão.</p>
<p>O estudante ficará preso no Departamento de Polícia Especializada (DPE).</p>
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		<title>França: Realizados primeiros testes à saliva de condutores para detectar consumo de droga</title>
		<link>http://www.marchadamaconha.org/blog/franca-realizados-primeiros-testes-a-saliva-de-condutores-para-detectar-consumo-de-droga_265</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 03:10:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pintolico</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>

		<category><![CDATA[Justiça]]></category>

		<category><![CDATA[Polícia]]></category>

		<category><![CDATA[Repressão]]></category>

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		<description><![CDATA[do portal Visão
Pela primeira vez em França, alguns condutores foram segunda-feira submetidos a testes à saliva em Antibes, no sudeste do país, no âmbito de uma campanha de combate ao consumo de droga.
Tal como é determinado na lei, os condutores submetidos ao teste têm de colocar um pouco de saliva num pequeno recipiente. De seguida, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>do portal <a href="http://aeiou.visao.pt/Pages/Lusa.aspx?News=200808128643018">Visão</a></p>
<p>Pela primeira vez em França, alguns condutores foram segunda-feira submetidos a testes à saliva em Antibes, no sudeste do país, no âmbito de uma campanha de combate ao consumo de droga.<br />
Tal como é determinado na lei, os condutores submetidos ao teste têm de colocar um pouco de saliva num pequeno recipiente. De seguida, a saliva é misturada com uma substância química e, ao fim de oito minutos, a amostra revela se a pessoa consumiu ou não drogas.<br />
<span id="more-265"></span></p>
<p>&#8220;Os testes à saliva são rápidos, é muito simples&#8221;, congratulou-se o ministro do Interior, Michèle Alliot-Marie, durante a operação.<br />
Até agora, continuou, para detectar se um condutor tinha ingerido estupefacientes eram necessários meios técnicos muito complicados, nomeadamente para fazer análises à urina.</p>
<p>Cerca de 52 mil testes serão distribuídos pelas forças policiais de todo o país.<br />
Estes testes à saliva permitem detectar vestígios de cocaína, cannabis, anfetaminas e ecstasy.<br />
Em dez testes realizados numa hora, três foram positivos para cannabis.<br />
Um dos automobilistas disse que tinha consumido cannabis há três dias, o outro na noite anterior.</p>
<p>De acordo com o médico que esteve presente durante a operação, o teste pode detectar uma droga que tenha sido consumida nos 10 ou 12 dias anteriores.<br />
Contudo, alguns medicamentos também podem acusar no teste.</p>
<p>Em caso de teste positivo, as autoridades realizam, posteriormente, análises ao sangue do condutor.</p>
<p>Em França, um automobilista que conduza sob a influência de drogas incorre numa multa de 4.500 euros e dois anos de prisão.<br />
Segundo um inquérito realizado em 2005, fumar cannabis duplica o risco de acidente mortal na estrada.<br />
Ainda segundo o mesmo inquérito, cerca de 230 pessoas morreram nas estradas devido ao consumo de cannabis.</p>
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		<title>Homem morre sufocado por saco de maconha</title>
		<link>http://www.marchadamaconha.org/blog/homem-morre-sufocado-por-saco-de-maconha_262</link>
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		<pubDate>Sat, 09 Aug 2008 18:38:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pintolico</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>

		<category><![CDATA[Polícia]]></category>

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		<description><![CDATA[do portal Terra
Um homem que trocava um pneu furado encontrou a morte em um saco de maconha. Ele tentou engolir a droga em uma aparente tentativa de escondê-la de um policial que parou para ajudá-lo, de acordo com autoridades. Nickolas Sandoval, de 24 anos, morreu asfixiado na última quarta-feira. de acordo com a CBS.

Os policiais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>do portal <a href="http://noticias.terra.com.br/popular/interna/0,,OI217788-EI1141,00.html">Terra</a></p>
<p>Um homem que trocava um pneu furado encontrou a morte em um saco de maconha. Ele tentou engolir a droga em uma aparente tentativa de escondê-la de um policial que parou para ajudá-lo, de acordo com autoridades. Nickolas Sandoval, de 24 anos, morreu asfixiado na última quarta-feira. de acordo com a CBS.<br />
<span id="more-262"></span></p>
<p>Os policiais não sabiam que Sandoval tinha drogas quando o abordaram em uma estrada de Corinth, no Texas, de acordo com o policial Frank Lott. Ele disse que &#8220;os policiais foram do &#8220;ei, alguém está com um pneu furado&#8221; para &#8220;ei, este cara está se sufocando&#8221;. </p>
<p>Sandoval foi declarado morto no hospital por &#8220;asfixia causada por aspiração de saco plástico&#8221;. Ele havia sido condenado pelo menos três vezes por porte de maconha e condenado há dois anos por dirigir bêbado.</p>
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		<title>Seattle Hempfest 2008: O maior festival da erva vai ser verde</title>
		<link>http://www.marchadamaconha.org/blog/seattle-hempfest-2008-o-maior-festival-da-erva-vai-ser-verde_260</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 14:53:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pintolico</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ativismo]]></category>

		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

		<category><![CDATA[Eventos]]></category>

		<category><![CDATA[Internacional]]></category>

		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Participar de um Festival da Maconha deve ser uma experiência divertida.
E o Seattle Hempfest, vem forte desde 1991, sendo um dos melhores e com quase toda certeza o maior do mundo.
Entrada franca, boa música, gente legal e bonita sempre foram uma das razões para participar.
Esse ano o Hempfest foi agendado para acontecer de 10 as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Participar de um Festival da Maconha deve ser uma experiência divertida.</p>
<p>E o Seattle Hempfest, vem forte desde 1991, sendo um dos melhores e com quase toda certeza o maior do mundo.</p>
<p>Entrada franca, boa música, gente legal e bonita sempre foram uma das razões para participar.</p>
<p>Esse ano o Hempfest foi agendado para acontecer de 10 as 20 hs, dos próximos dias 16 e 17, em Myrtle Edwards Park em Seattle. O evento esse ano será mais verde que nunca e não só de fumáveis.</p>
<p><a href="http://realitycatcher-alapoet.blogspot.com/2008/08/seattles-hempfest-worlds-biggest-pot.html">Mais infos e foto aqui</a><br />
<a href="http://hempfest.org/drupal/"><br />
Seattle Hempfest Website</a></p>
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