Archive for the ‘Entrevista’ Category

BA: Para organização, proibição revela “pouco conhecimento” sobre o evento

Thursday, May 1st, 2008

Por Guiherme Lopes, do A Tarde On-line

A organização da “Marcha da Maconha” em Salvador anunciou, nesta quarta-feira, 30, a suspensão temporária do evento na capital baiana. A manifestação estava marcada para ocorrer neste domingo, 4, mesma data em que acontecerão outras 234 marchas semelhantes em outras cidades ao redor do mundo. Uma decisão liminar da juíza Rosemunda Souza Barreto, da 2ª Vara de Tóxicos e Entorpecentes de Salvador, no entanto, acatou um pedido do Ministério Público (MP) estadual e proibiu na última terça-feira, 29, a realização do evento em Salvador.

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BA: Transamérica Fm debate Marcha da Maconha

Thursday, April 24th, 2008

O pesquisador, redutor de danos, ativista e membro do Coletivo Marcha da Maconha Brasil, Sergio Vidal estará presente hoje, às 22hs, no programa Detonando, participando de um bate-papo sobre a Marcha da Maconha em Salvador. O programa vai ao ar na Trasamérica FM de Salvador e Região Metropolitana, na freqüência 100,1.

O programa também pode ser ouvido pelo site:

http://transanet.uol.com.br/bahiapop

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Diretor de Tropa de Elite a favor do cultivo de cannabis para uso próprio.

Thursday, March 6th, 2008

RIO - O diretor de Tropa de Elite, José Padilha, será o entrevistado da revista Playboy de março. Vencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlim, Padilha falou sobre críticos, a polícia e o consumo de drogas. Na entrevista, o cineasta afirma, segundo comunicado distribuído pela própria Playboy, que já fumou maconha “várias vezes” e que não vê problema em “plantar em casa e fumar”.

“Já fumei maconha várias vezes. Não tenho problema com isso. Se você plantar em casa e fumar, qual é o problema? È diferente de comprar de um traficante”, afirma, segundo comunicado distribuído à imprensa.

Padilha também falou sobre a ação policial no Brasil:

“Mal treinado, o policial ganha 700 reais. E a sociedade pede que ele vá lá na favela cheia de nego armado e lute com eles. Qual é a jogada que o cara vai fazer?”

O diretor voltou a condenar parte da crítica internacional sobre o filme:

“Falaram muita besteira. A Variety disse que o Brasil tinha 10 milhões de habitantes e 11,5 milhões tinham visto o filme. O cara não sabia fazer conta”.

Padilha disse, ainda que tem uma cópia pirata de “Tropa”.

“Recebi da empregada do ministro Gilberto Gil. Acho que tem um simbolismo fala alguma coisa sobre este país”, afirmou à Playboy.


PROGRAMAÇÃO NACIONAL

ORGANIZE NA SUA CIDADE

Entre no fórum, procure pessoas da sua cidade, organize-se!
Confirme a participação da sua cidade.
MAIO, 2009

"O Coletivo Marcha da Maconha Brasil é um grupo de indivíduos e instituições que trabalham de forma majoritariamente descentralizada, com um núcleo-central que atua na manutenção do site www.marchadamaconha.org e do fórum de discussões a ele anexado. Apesar de existir tal núcleo, todo o trabalho é realizado de forma horizontal e coletiva entre uma rede de colaboradores, no qual os textos, artigos e todo tipo de trabalhos são compartilhados de acordo com as necessidades, disponibilidades e engajamento de cada um.


Ainda atendido esses critérios, todos somos apenas membros. Organizadores Locais, Organizadores Nacionais, Apoiadores, Colaboradores, sejam instituições ou indivíduos todos são membros do que atualmente se mantém existindo justamente graças à existência de uma rede de relacionamento entre instituições, profissionais, pesquisadores, ativistas, redutores de danos e membros da sociedade em geral engajados na questão. Mas todos somos membros desse Coletivo. Não temos líderes, coordenadores, caciques, nem presidentes. Muito menos presidentes honorários.


Gostaríamos tornar público que as responsabilidades do Coletivo Marcha da Maconha Brasil restringem-se às atuações de manter o site, o fórum e dar apoio na divulgação dos eventos locais. As responsabilidades pelas edições de cada cidade são dos organizadores locais, ainda que o Coletivo apóie essas edições com material de divulgação, procure orientar a melhor forma de realizá-las e ajude no diálogo entre as instituições e indivíduos. Em contrapartida, os créditos também são dos organizadores locais e o Coletivo entre apenas como apoiador dos eventos.


Os objetivos principais do Coletivo são: Criar espaços onde indivíduos e instituições interessadas em debater a questão possam se articular e dialogar; Estimular reformas nas Leis e Políticas Públicas sobre a maconha e seus diversos usos; Ajudar a criar contextos sociais, políticos e culturais onde todos os cidadãos brasileiros possam se manifestar de forma livre e democrática a respeito das políticas e leis sobre drogas; Exigir formas de elaboração e aplicação dessas políticas e leis que sejam mais transparente, justas, eficazes e pragmáticas, respeitando a cidadania e os Direitos Humanos.


O Coletivo Marcha da Maconha Brasil reafirma que suas atividades não têm a intenção de fazer apologia à maconha ou ao seu uso, nem incentivar qualquer tipo de atividade criminosa. As atividades do Coletivo respeitam não só o direito à livre manifestação de idéias e opiniões, mas também os limites legais desse e de outros direitos."



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