Escrito em May 12th, 2008
por Marcha São Paulo
em Brasil, Marcha da Maconha
do portal Valor Online
Por Alberto Carlos Almeida, de São Paulo
09/05/2008
Vários juízes espalhados pelo Brasil, inclusive no Rio, proibiram a marcha que visava defender a legalização da maconha. Digo no Rio porque, lá, a mesma Justiça permitiu a marcha contrária à legalização da maconha. A Justiça é cega, mas pelo visto goza de olfato pleno. Não deveria, posto que se tratava do direito de se manifestar.
Uma coisa é o procedimento, outra, bastante diferente, é a substância. O procedimento é uma marcha, um protesto. A substância é a defesa da mudança da lei. Especificamente, mudar a lei do que ela é hoje - considera crime o comércio e o uso da maconha - para uma outra, que libere ou somente o uso ou ambas as coisas.
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Escrito em May 10th, 2008
por Marcha São Paulo
em Notícias, Política, Marcha da Maconha
do portal Última Instância
José Marcelo Vigliar
As colunas de Pedro Estevam Serrano sempre convidam a uma reflexão. O argumento que ele empregou, na excelente coluna publicada no último dia 6 de maio, é sensacional: discute-se a legalização do aborto, há e houve movimentos organizados para a discussão desse tema, sem que se falasse em “apologia ao crime”. Por quê?
No caso da “marcha da maconha” (ou seja lá o nome que se queira dar), o alarde foi enorme. Na cabeça de alguns, um crime doloso contra a vida (aborto), julgado no mesmo tribunal do júri em que a madrasta mais famosa do momento vai ser oficialmente condenada (já que, mesmo sem defesa, já o foi), enseja menos apologia que o uso da maconha.
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Escrito em May 9th, 2008
por Marcha São Paulo
em Brasil, Manifestos, Marcha da Maconha
7 de maio de 2008, às 16:28h por Samarone Lima, do blog Estuário
No domingo, eu estava em Fortaleza, e perdi um evento que gostaria de participar – a marcha pela legalização da maconha. Lá não teve a passeata, a exemplo de diversas outras capitais do Brasil, onde vingou mesmo a proibição ridícula do direito de expressão. Pernambuco, com sua tradição libertária, permitiu a passeata. Pelo que sei, ninguém fez confusão ou foi preso por defender o que acha melhor para sua vida. Vários amigos meus devem ter participado.
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Escrito em May 7th, 2008
por Marcha São Paulo
em Brasil, Nota Pública, Ativismo, Marcha da Maconha
Em protesto contra a repressão à Marcha da Maconha, estamos convocando o “Dia de Luta pela Liberdade de Expressão” no próximo sábado, dia 10 de Maio, às 14h, nos mesmos locais das Marchas.
Compareçam todos dia 10 de Maio!! Chamem os amigos e familiares. Não vamos deixar que nos tomem a liberdade de expressão!
Abaixo a censura!! O ano é 2008!
Escrito em May 7th, 2008
por Marcha São Paulo
em Bahia, Acadêmico, Marcha da Maconha
INTRODUÇÃO
Solidarizo-me com o Coletivo Marcha da Maconha Brasil e os congratulo pela iniciativa da realização desse seminário “maconha na roda”, que se propõe a discutir alternativas à atual política sobre drogas no país.
A “marcha da maconha” foi proibida de acontecer em vários Estados da Federação, a pedido do Ministério Público de cada localidade. Gostaria de comentar a respeito dessa proibição, dado o risco potencial que ela representa, diante da possibilidade de outras medidas autoritárias no país.
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Escrito em May 7th, 2008
por Marcha São Paulo
em Brasil, Ativismo, Marcha da Maconha
do portal Última Instância
Mauricio Fiore
Há algumas semanas, imaginava que a Marcha da Maconha (marcada para acontecer no dia 4 de maio) suscitaria um acirrado debate sobre a questão das drogas, convidando os brasileiros à urgente reflexão que o tema exige. Mas não é mais
sobre a legalidade ou não do consumo da maconha ou qualquer outra substância que precisamos refletir nesse momento.
A marcha foi proibida em dez capitais brasileiras, ato que se configura em um dos maiores ataques ao direito de expressão e manifestação no Brasil democrático. Vemo-nos obrigados a dar um passo para trás na discussão: teremos que voltar às ruas para defender o direito de sair às ruas?
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Escrito em May 7th, 2008
por Marcha São Paulo
em Brasil, Ativismo, Marcha da Maconha
do portal Alto das Estrelas
Publicado dia 04 de maio no Jornal do Brasil, por Henrique Soares Carneiro, Historiador
O movimento pela legalização da maconha é um movimento social internacional que defende os direitos de centenas de milhões de pessoas pelo mundo que consomem esta planta, cuja tradição de uso é mais que milenar.
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Escrito em May 7th, 2008
por mgm-rio
em Notícias, Rio, Política, Leis, Marcha da Maconha, Repressão, 2008
O prefeito do Rio Cesar Maia, mais uma vez é contra a liberdade de expressão
Ex-Blog do Cesar Maia 06/05/2008:
MARCHA DA MACONHA MUDA DE NOME, MAS CONTINUA SENDO DA MACONHA E ABERTAMENTE! Não custa nada ver que políticos -especialmente candidatos- vão entrar na Marcha da Maconha -II- a vingança!
Escrito em May 7th, 2008
por mgm-rio
em Notícias, Brasil, Política, Leis, Ativismo, Marcha da Maconha, Artigos, Repressão, 2008
Por: Júlio Delmanto e Tato Nagoya, de São Paulo (SP)
“Todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização” é o que atesta o inciso XVI do artigo 5º da Constituição Federal. Não é o que entendem juízes de nove capitais brasileiras que proibiram a realização da Marcha da Maconha nesse domingo (04) – evento realizado em 220 cidades do mundo em defesa da legalização da Cannabis Sativa – sob a alegação de que a manifestação promove apologia ao uso de substâncias ilícitas. A marcha, inicialmente prevista para 13 cidades, só não foi proibida em Florianópolis, Porto Alegre, Recife e Vitória. Leia mais »
Escrito em May 7th, 2008
por mgm-rio
em Rio, Brasil, Leis, Ativismo, Marcha da Maconha, Repressão, 2008
O advogado e tradutor Gustavo Castro Alves, preso sob a acusação de apologia das drogas, tornou-se um dos personagens principais do evento e, quase sem querer, conseguiu espaço para expor suas idéias sobre legalização e liberdade de expressão:
- A livre expressão começa na família. Meus pais sempre me deram abertura. É muita ingenuidade achar que o consumo de drogas não existe. Mais do que legalizar, tem que educar, dar informação para as pessoas decidirem o que é certo ou errado - disse Alves, de 26 anos, que diz ter agido por instinto. - A indiferença por si só já é uma violência. ( Assista a íntegra da entrevista do advogado )